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RSA Seguros entra no jogo da Copa de 2014

Companhia será responsável pelo seguro das obras do estádio Verdão, de Cuiabá, maior apólice relacionada ao evento negociada até agora.

A RSA Seguros acaba de firmar o maior contrato de seguro para a Copa do Mundo de 2014 até o momento. A Companhia será responsável pela apólice das obras do novo Estádio Governador José Fragelli, o Verdão, que sediará em Cuiabá (MT) os jogos do Mundial, avaliadas em R$ 342 milhões.

Em parceria com a corretora Mondial de Belo Horizonte, a RSA será a líder nas apólices de Riscos de Engenharia e seguro de Responsabilidade Civil para a obra, que tem a duração prevista de 26 meses.O projeto do Verdão contempla uma nova arena com 107 mil metros quadrados de área construída, capacidade para 42 mil torcedores e estacionamento para 15 mil veículos.

“A conquista deste negócio reforça a nossa estratégia de crescimento acelerado na carteira de Riscos de Engenharia, tanto nas obras relacionadas ao segmento imobiliário, quanto nos projetos mais complexos, sobretudo obras de infraestrutura”, revela o diretor Comercial da Companhia, Ariel Couto.

O setor espera um forte crescimento nos próximos anos diante dos investimentos previstos para infraestrutura em eventos como Copa do Mundo e Olimpíada, projetos para exploração do pré-sal e Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

“A Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 trarão inúmeras oportunidades para o mercado de seguros no Brasil e estamos atentos para aproveitá-las”, afirma Ariel. “Montamos um time internacional para investigar a nossa atuação em eventos similares ocorridos em outros países e buscaremos replicar esta experiência aqui no Brasil”, completa.

A RSA Seguros tem know-how global nesse tipo de projeto, já que foi a seguradora líder nos segmentos de Riscos de Engenharia, Property e Casualty nos projetos relacionados à Olimpíada de Londres, em 2012.

Perfil

A RSA Seguros, conhecida anteriormente como Royal & SunAlliance, é um dos maiores grupos seguradores do mundo, com um legado de 300 anos, negócios em mais de 130 localidades e operações em 28 países. A Companhia tem cerca de 22 mil funcionários e, em 2009, registrou prêmios de £6,7 bilhões.

A RSA Seguros atua, no Brasil, com foco em seguros corporativos e de afinidade, é a terceira maior em seguros para embarcadores (Transporte Internacional + Transporte Nacional) e oferece produtos diversificados também nos segmentos Transporte, Bens Patrimoniais, Frotas de Automóveis, Engenharia, Responsabilidade Civil, Vida, Acidentes Pessoais.[2]

Em 2009, a RSA Seguros recebeu o prêmio de Melhor Desempenho Econômico-Financeira na carteira de Transportes Internacional, pelo oitavo ano consecutivo e foi premiada também pelo Programa de Relacionamento com o Corretor. [www.rsaseguros.com.br]

Fonte:    Revista Fator 29/06/2010

Venda de seguro de vida cresce 20% ao ano

Quem pensa em fazer um, em geral, quer beneficiar a família.

Talvez por isso, com a ascensão das classes D e E, a procura pelo seguro de vida tem crescido no Brasil. A Bahia segue a tendência nacional, num incremento de 20% ao ano. De acordo com o presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros da Bahia (Sincor-BA), George Carneiro, esse quadrovemse delineando desde o criação do Plano Real, que trouxe a estabilidade necessária para o investimento.

“A população tem tido a consciência da necessidade de se precaver, e as pessoas têma preocupação de deixar um patrimônio” , avalia Carneiro.

Mas ele comenta que o Brasilaindaestáatrásdospaíses desenvolvidos, onde a taxa chega aos 50%. “Quando a pessoa tem mais cultura e o país se desenvolve, busca-se mais isso”, arremata. Qualquer pessoa pode fazer um seguro de vida. Por lei, é possível contrair quantos seguros desejar, desde que se informem novos beneficiários, em caso de separação ou nascimento de filhos.

Os preços variam conforme o perfil do cliente. Um homem casado, 35 anos, por exemplo, pode pagar de R$ 130 a R$ 380 mensais, a depender do tipo de cobertura solicitado. Banco do Brasil, Caixa, Bradesco, Itaú, Real e Unibanco estão entre os que oferecem o serviço.

A cobertura básica, que atende o risco de morte, natural ou acidental, e a invalidezpermanenteporacidente, é a recomendada pela Pro Teste – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor.

Mas é importante estar atento às necessidades e principalmente ao preço. As taxas variam de acordo com idade, sexo, profissão, família, peso, altura e condições de saúde na hora do contrato. “O consumidor deve definir o que ele acha importante. Aí ele vai poder buscar comparar propostas semelhantes”, orienta a técnica Giselle Rodrigues.

Futuro da família O médico clínico e pneumologista Adelmo Machado decidiu fazerumseguro de vida há dez anos. “Éumacoisa que não desejo usar, mas é um seguro que tenho e procuro manter”, explica. Casado e pai de duas filhas, preocupase em garantir o futuro de sua família caso venha a faltar.

Para o presidente do SincorBA, George Carneiro, o seguro de vida “é uma proteção financeira”. A técnica Giselle Rodrigues defende o serviço.”Só vejo vantagem, porque está resguardando você e sua família da falta que venha a fazer”.

Pensando na responsabilidade que é decidir qual valor terá a apólice de seguro, a Pro Teste desenvolveu uma ferramenta online onde é possível simular quanto de capital é necessário para o contrato do seguro de vida. “O simulador vai ajudar a decidir quanto vai precisar para manter o mesmo padrão da família”, explica Giselle Rodrigues.[2]

O simulador está disponível no endereço eletrônico: www.proteste.org.br.

Fonte: A Tarde – Débora Fernandes 29 de Junho de 2010 17:34

Cresce a demanda de seguro residencial

Acostumado a proteger seu carro contratando um seguro auto, o brasileiro está lentamente reconhecendo a importância de investir para garantir a sua casa também. Os prêmios diretos de seguro residencial – o montante total pago pelos consumidores – chegaram a R$ 378,4 milhões nos primeiros quatro meses de 2010, um aumento de 20,1% em relação ao mesmo período do ano passado. O crescimento económico, uma maior variedade de produtos oferecidos pelo mercado e a expansão do crédito imobiliário estão entre as causas desse fenômeno.
Apesar do aumento, a demanda ainda é muito menor do que no caso de seguro de veículos. Estimativa da Bradesco Seguros aponta que apenas cerca de 10% das 51 milhões de residências brasileiras tenham algum tipo de proteção. No caso de veículos, a percentagem de unidades seguradas chega a 30% da frota segurável (ou seja, carros que ainda podem ser segurados).
- O custo é mais acessível do que as pessoas imaginam, porque, em proporção, o preço do seguro residencial é bem mais baixo que o do automóvel – afirma o diretor de Ramos Elementares da SulAmérica, Alexandre Vilardi.
Para o executivo, a crescente popularidade do seguro residencial se deve à maior sofisticação dos produtos, ao aumento de eventos meteorológicos extremos, como chuvas fortes e tempestades, além da expansão do crédito imobiliário.
- A estabilidade da economia ajuda o setor de seguros. E o crescimento do crédito imobiliário está aumentando a quantidade de pessoas interessadas em proteger a sua propriedade – diz Paulo dos Santos, à frente da Superintendência de Seguros Privados (Susep).
Da tradicional cobertura básica contra incêndio, explosão e raios, o seguro residencial passou a incluir coberturas adicionais tais como serviços de emergência 24 horas de chaveiro, bombeiro hidráulico e eletricista, guarda de móveis, responsabilidade civil familiar e assistência funeral.

Fonte :Info Seguros

Mercado de seguros movimenta 3,4% do PIB brasileiro em 2009

Composto por 115 seguradoras, o mercado nacional de seguros movimentou mais de R$ 107 bilhões em 2009, número que corresponde a 3,4% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Cerca de 50% deste total retornou à sociedade em indenizações de seguros gerais, cifra que coloca o Brasil na 17ª posição mundial deste segmento. No caso dos seguros relacionados à saúde humana, 83% do valor arrecadado voltou para a sociedade.

“Esses números são reflexos da retomada da economia mundial, mas também mostram claramente que a sociedade está cada vez mais consciente do papel positivo que os seguros têm. Eles são o que nós chamamos de bem necessário”, analisa o presidente do Sindicato das Seguradoras do Estado de São Paulo (Sindseg SP), Mauro Batista.

As modalidades de seguros são cada vez mais compreendidas como instrumentos de proteção e reparação indispensáveis. A implantação do seguro na sociedade está relacionada com o mutualismo (interação que traz benefício para ambas as partes envolvidas) e previdência (capacidade de manter reserva).

“As carteiras estão se diversificando para atender as novas necessidades das pessoas, e neste aspecto os seguros praticados em outros mercados servem de modelo”, comenta Mauro Batista.
(Redação – Agência IN)