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Justiça gaúcha busca conciliação em ações do seguro DPVAT

Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul fará mutirão de conciliação para ações de cobrança contra seguradoras envolvendo o seguro obrigatório DPVAT. Estas empresas estão representadas pela Líder Seguradora, que indicou 350 processos com sinistros ocorridos até 16 de dezembro de 2008, que não precisam de perícia e podem ter acordo fechado.

Nesta edição, serão feitas audiências apenas de processos do Foro Central de Porto Alegre.

O mutirão será realizado da última semana de outubro até 15 de novembro. A Central de Mediação e Conciliação do TJ/RS funciona na Avenida Borges de Medeiros, 1.945, 8º andar, em Porto Alegre. Os contatos podem ser feitos pelo telefone 3210.6500, ramal 1078, ou pelo e-mail cjconciliacao@tj.rs.gov.br.

O que é DPVAT?

O seguro DPVAT indeniza vítimas de danos pessoais causados em acidentes de trânsito. Não cobre danos materiais. As situações indenizadas são morte ou invalidez permanente e, por reembolso, despesas comprovadas com atendimento médico-hospitalar. Para pedir a indenização, é preciso juntar a documentação e encaminhar para o ponto de atendimento mais próximo. O pagamento do seguro DPVAT é obrigatório por lei e costuma acontecer junto com a quitação do IPVA.

clientes pré-pagos da Vivo poderão adquirir seguro de vida

Clientes pré-pagos da Vivo poderão adquirir seguro de vida ao efetuar uma recarga de celular de R$ 15. Deste valor, R$ 3 serão destinados à aquisição da apólice propriamente dita, ficando os R$ 12 restantes como créditos telefônicos.

Por enquanto, este serviço só será disponibilizado para clientes da Bahia e do Sergipe. A Vivo deve estender a oferta para todo o território nacional até o final do ano, começando por estados do nordeste, onde a operadora tem participação mais discreta. Segundo dados mais recentes da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a Vivo detém hoje 14,43% de participação no mercado da região Nordeste, atrás da TIM, Claro e Oi. Na Bahia e em Sergipe, onde já atua há mais tempo, a operadora tem desempenho melhor: 22,52% e 55,71%, respectivamente.

Ao adquirir a recarga com seguro, o cliente da Vivo estará automaticamente coberto contra acidentes pessoais pelo prazo de 30 dias. Em caso de morte, a família do cliente receberá indenização no valor de R$ 10 mil. A compra do produto também dá direito à participação em sorteios com prêmios em dinheiro.

A venda das apólices é uma parceria com a seguradora americana Ace, uma das líderes mundiais nos chamados seguros massivos.

(via Valor Econômico)

Aumento do número de viagens mais que dobra receita de seguros turísticos

O segmento de seguros turísticos registrou bom desempenho nos primeiros oito meses de 2010, sendo que a receita de prêmios desse segmento mais que dobrou, ao apresentar aumento de 150%.

De acordo com dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados), de janeiro a agosto, o seguro viagem ou turístico gerou receita na ordem de R$ 24,084 milhões, enquanto que nos primeiros oito meses de 2009, este valor somava R$ 9,617 milhões.

A Superintendência afirma que esta “é uma das carteiras que mais crescem no mercado brasileiro, com percentuais que giram em torno dos 100% desde meados do ano”.

Na comparação entre agosto deste ano e do ano passado, a alta é de 181,10%, passando de R$ 1,249 milhão para R$ 3,511 milhões. Se observado julho de 2010 e 2009, este percentual sobe para 419,45% (de R$ 1,342 milhão para R$ 6,971 milhões).

Sinistros

No que diz respeito ao sinistros, estes somaram R$ 4,2 milhões entre janeiro e agosto deste ano – valor 14,97% maior que o registrado nos primeiros oito meses do ano passado.

Entre agosto deste ano e do ano passado, contudo, houve queda no montante movimentado pelos sinistros neste tipo de seguro (-26,91%), passando de R$ 800,687 mil para R$ 643,713 mil.

Seguro-viagem

O seguro-viagem protege o turista contra riscos durante o período de viagem, como perda e roubo de bagagem e acidentes. A apólice, segundo especialistas, deve oferecer, no mínimo, coberturas de morte acidental ou invalidez – desde que relacionadas à viagem.

A seguradora também pode disponibilizar outras coberturas, como assistência médica, de gastos com medicamentos e serviços odontológicos, ajuda em caso de perda de documentos, serviços de localização e identificação de bagagens, entre outros.

Fonte: Infomoney

Saiba escolher o seguro certo para sua casa ou seu apartamento

Muitas vezes, o seguro para a casa ou apartamento que o consumidor adquire é aquele empurrado pelo gerente do banco quando concede um empréstimo, um produto pré-formatado que não leva em conta preferências e necessidades individuais.

Mas, à medida que o brasileiro compra mais imóveis e recheia o seu lar com mobília e eletrodomésticos, cresce a vontade de proteger as suas conquistas.

As companhias seguradoras compreenderam isso e têm aprimorado as apólices, oferecendo produtos mais personalizados, adequados à realidade de cada cliente, e com maior número de serviços agregados.

Para escolher o seguro mais adequado, é preciso:

1 – Pensar em quais coberturas são necessárias
As mais básicas pagam indenização somente para avarias do imóvel em caso de incêndio, explosão e raio. Em regiões que sofrem com enchentes, por exemplo, também é interessante contratar uma proteção contra os alagamentos. Além de segurar a estrutura, o consumidor pode solicitar a cobertura dos bens guardados na residência em caso de roubo ou dano elétrico. Serviços extras prevêem o pagamento de um aluguel de outra casa e apartamento enquanto o imóvel original é restaurado após um sinistro e danos causados a terceiros. “O consumidor deve listar com cuidado os riscos a que está sujeito e o que deseja resguardar”, explica Guilherme Olivetti, gerente de produtos patrimoniais da Chubb Seguros. É possível, ainda, cobrir itens específicos, como obras de arte e jardins que tenham sido projetados por paisagistas.

2 – Estabelecer os valores das coberturas
Geralmente, não se segura o valor total do imóvel e dos bens. Para fazer uma boa estimativa, o melhor é realizar uma pesquisa para saber o valor de mercado da residência, o preço de móveis e eletrodomésticos, e contratar uma apólice que preveja indenização de entre 50% e 60% do montante. Essa é a referência utilizada no mercado para a cobertura básica (da estrutura do imóvel). As adicionais –como para os equipamentos e na eventualidade de fenômenos da natureza– devem ser estimadas entre 5% e 20% da principal.

3 – Analisar quais serviços extras se quer
Da mesma maneira que os seguros para automóveis começaram a brindar os motoristas com guincho e desconto em estacionamentos, as apólices residenciais proporcionam diversas comodidades para os usuários, como chaveiro e encanador para emergências, e instalação de lâmpadas, cortinas e outros serviços que não sejam emergenciais. “Porém, é essencial selecionar os benefícios que podem ser úteis de fato. O proprietário de um apartamento jamais vai precisar de limpeza de caixa d’água ou substituição de telhas. O cliente tem que pegar somente o que lhe serve”, frisa Andrea Oliveira, superintendente de inovação e processos da seguradora Mapfre. Obviamente, essas vantagens só valem a pena se forem usadas. O que acontece freqüentemente é que o consumidor acaba esquecendo que tem o plano quando precisa acionar o chaveiro. Então, uma boa ideia é afixar o folder da seguradora em algum lugar à vista da família para que sirva de lembrete.

Fonte :  Denise Godoy, IG