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São Paulo ganha mais uma unidade do Bradesco Auto Center

A Bradesco Auto/RE realizou, em 22 de março, o evento de inauguração da 10ª unidade do Bradesco Auto Center (BAC), localizada no Ipiranga, em São Paulo. Marco Antonio Rossi, Presidente do Grupo Bradesco Seguros, ressaltou que “esse BAC reforça o trabalho da Companhia em ficar cada vez mais próximo do cliente, oferecendo pronto atendimento e grande variedade de serviços de qualidade para os segurados”. A representante do Sincor – SP, Cassia Maria Del Papa, assim como integrantes do Clube dos Corretores de Seguros do Grande ABC e de Osasco e da União dos Corretores de Seguros também participaram do evento.

Em um ambiente moderno e confortável, com equipe especializada, o BAC oferece serviços integrados para os segurados de todas as modalidades do Bradesco Seguro Auto*, tais como: atendimento a sinistros (para o Segurado e terceiros envolvidos), retirada de carro reserva, vistoria prévia, instalação de equipamentos antifurto, reparos ou troca de vidros, locação de automóveis e 2ª via de boletos. Além de todos esses serviços, o BAC do Ipiranga também abrigará um Núcleo de Produção para atender Corretores de Seguros.

Todos os serviços podem ser feitos com hora marcada, através de agendamento. É só acessar www.bradescoautocenter.com.br ou ligar para a Central de Relacionamento: 4004 2757 (capitais e regiões metropolitanas) ou 0800 701 2757 (demais localidades). Toda a rede do BAC atende de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

Desde a abertura do primeiro BAC em 2007, as outras nove unidades – localizadas em Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Joinville (SC), Porto Alegre (RS), Ribeirão Preto (SP), Santo André (SP), Vila Mariana, Santo Amaro e São Miguel – essas em São Paulo capital – já contabilizaram mais de 80 mil atendimentos.[2]

BAC e Núcleo de Produção Ipiranga/SP
Endereço: Av. Nazaret, 605 Ipiranga, São Paulo, SP,

CEP 04263-000

*Exceto caminhões.

Fonte: Metlife Sempre junto com você.

Consumidor recorre menos a serviço da Susep para reclamar

Dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) indicam que 25.904 consumidores recorreram ao órgão para reclamar ou obter esclarecimentos sobre alguma modalidade de seguro, de janeiro a novembro. O número foi 17,5% menor que o contabilizado em igual período de 2009, quando foram atendidas 31.421 pessoas.

O seguro obrigatório de veículos automotores (Dpvat) esteve envolvido em 56,3% do total dos atendimentos feitos pelos técnicos da autarquia no período de 11 meses de 2010. Apesar da expressiva participação, a demanda diminuiu de 18.035 notificações, em novembro de 2009, para 14.595, em outubro último. A queda foi de 19,1%. O Dpvat, contudo, foi responsável por 151dos 671 processos administrativos abertos pela Susep no período, 22,5% do total.

Sobre novembro de 2009, os processos contra esse seguro subiram 37,3%.

Entre as grandes carteiras de seguros, a de veículos foi a única a seguir direção oposta à queda generalizada no atendimento ao consumidor observada até novembro último. O seguro de automóvel apareceu na vice-liderança em queixas, com total de 4.664, o que implicou no avanço de 18,7% sobre janeiro a novembro de 2009. Entretanto, os processos administrativos abertos entre os períodos comparados, na faixa de 80 (12,5% do total), permaneceram estáveis.

Em outra grande carteira, a de vida, as contestações caíram 11,3% em 11 meses, para 3.054 registros. Em contrapartida, continuou sendo o ramo com mais processos abertos: 198 (29,5% do total), número que na verdade diminuiu significativamente sobre ao cumulado até novembro de 2009. A queda foi de 42,3%. A busca de informações sobre as seguradoras do mercado, por sua vez, caiu 33,5%, diminuindo de 1.745 para 1.149 atendimentos.

Em meio à queda das reclamações dos consumidores, o segmento da corretagem de seguros foi outro que andou na contramão. Os dados da Susep apontam aumento de 19,4% até novembro último, para 1.697 atendimentos, contra 1.421 em igual período de 2009. Os planos de previdência complementar aberta estiveram igualmente fora da mão, com as queixas passando de 1.482 para 1.865 entre os períodos comparados. O aumento foi de 25,8%.

Já o setor de títulos de capitalização seguiu a tendência de queda verificada nos ramos de seguros de janeiro a novembro. As reclamações dos consumidores contra as empresas recuaram de 349 para 305. Foram 12,6% menos ocorrências.

Fonte: Jornal do Commercio

Data: 03.01.2011 -

Ocupação do Complexo do Alemão diminui roubo de carros e deixa seguro mais barato

Motoristas cariocas podem chegar a economizar 20% em 2011

O sucesso da operação da polícia e do Exército no Complexo do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro, no final de novembro, não inibiu somente o tráfico de drogas naquela região. O local, que também funcionava como base para todos os tipos de crime, hoje atravessa momentos de transformação, com projetos de cidadania e qualidade de vida. As consequências da expulsão dos criminosos do complexo poderão ser sentidas, inclusive, no bolso. Com a redução de 60% do índice de roubo de veículos em toda cidade do Rio de Janeiro, segundo dados da Polícia Civil, as seguradoras anunciam já para o ano que vem uma queda no valor dos seguros de carros. De acordo com Neival Rodrigues Freitas, diretor executivo da Fenseg (Federação Nacional de Seguros Gerais), essa redução pode chegar a 20%.

O alto índice de roubo e o intenso tráfego de veículos nas ruas da cidade têm estimulado a procura por seguros pelos motoristas. Segundo dados da FenSeg, entre janeiro e agosto de 2010, houve um crescimento de 15% na arrecadação de seguros em todo o país, referente ao mesmo período do ano passado.

E apesar do índice de roubo de veículos no Rio de Janeiro apresentar uma queda de 60%, ter o carro segurado é uma necessidade de proteção que não custa pouco e os cuidados devem começar antes mesmo de adquirir um carro novo, uma vez que o tipo do veículo é um forte determinante para definir o preço de um seguro.

Segundo Freitas, os modelos mais visados pelos bandidos, assim como veículos pertencentes às regiões onde o índice de assalto é maior, costumam ter o seguro mais caro.

- Existem, no entanto, outros fatores analisados pelas seguradoras que determinam o valor da indenização, como por exemplo, o perfil do segurado. Jovens entre 18 e 25 anos pagam um valor maior, pois são considerados menos experientes no trânsito do que as demais categorias. Da mesma forma, mulheres pagam menos do que homens, por serem consideradas mais cuidadosas.

Mas para chegar ao valor final, deve-se ainda levar em conta as despesas de comercialização e os gastos administrativos da própria seguradora.

Desta forma os valores dos seguros podem variar tanto de seguradora para seguradora, como de região para região e dependem do cruzamento de todos os fatores citados. Um segurado com a apólice totalmente paga, por exemplo, pode ter uma grande surpresa caso ele precise mudar de endereço. Dependendo da situação, a seguradora contratada pode exigir reajustes consideráveis, como afirma o corretor de seguros Cláudio Côrtes.

- Uma apólice feita em uma cidade do interior de São Paulo, por exemplo, provavelmente sofrerá um forte reajuste, caso o segurado mude para a capital.

Para se ter uma ideia desta análise, um carro popular, modelo 2005, teve o seguro avaliado em R$ 1.800 em Sorocaba, município do interior de São Paulo. Esse mesmo carro, avaliado posteriormente na cidade do Rio de Janeiro, onde os índices de assaltos e acidentes são maiores, teve o valor da apólice avaliada em R$ 3.800, um reajuste de mais de 110%.

Orientações

Para proteger o veículo o cliente deve, inicialmente, procurar por um corretor de seguros, que irá fazer a primeira coleta de informações. Mas, de acordo com Freitas, essa escolha deve ser cautelosa, uma vez que existem empresas que não são regularizadas junto ao órgão competente. Se um cliente contratar uma destas empresas, o segurado corre o risco de não ter o patrimônio indenizado, em caso de sinistro.

Ainda segundo Freitas, o interessado deve responder ao questionário de risco de forma genuína, pois se for necessário acionar o seguro, a empresa irá investigar as condições do roubo ou do acidente. Caso seja identificada qualquer irregularidade, provavelmente o prejuízo não será coberto. Um exemplo disso é a troca de papéis entre vítima e culpado durante um acidente. Se a fraude for descoberta, a seguradora não irá se responsabilizar pelas despesas.

Após responder ao questionário de risco, o corretor irá consultar diversas seguradoras e repassar as propostas ao cliente. Cabe então ao futuro segurado fazer a escolha que melhor atende às suas necessidades e ficar atento no momento de assinar a proposta.

Uma resposta do Estado

A operação no Complexo do Alemão faz parte da reação da polícia à onda de violência que tomou conta do Rio de Janeiro em novembro, quando dezenas de carros foram incendiados em vários pontos da cidade e houve ataques a policiais.

A ação dos criminosos foi vista pelo governo estadual como uma resposta às UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) instaladas nos dois últimos anos em comunidades antes dominadas pelo tráfico.

Para conter os ataques, a polícia, com apoio das Forças Armadas, realizou uma grande ofensiva no dia 25 de novembro na Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha, forçando a fuga de centenas de traficantes para o vizinho Complexo do Alemão, onde foram cercados nos dois dias seguintes.

Na manhã de 28 de novembro, as polícias Civil e Militar, com ajuda da Marinha e do Exército, fizeram a ocupação do Complexo do Alemão e, simbolicamente, fincaram a bandeira nacional no alto do morro, devolvendo à população o território antes ocupado pelo tráfico.

As buscas por armas e drogas continuam desde então. De acordo com registros da Polícia Civil, foram apreendidos ao menos 36,6 toneladas de drogas, 496 armas de diversos tipos e 58 explosivos. O levantamento indica ainda 133 suspeitos presos e 440 carros recuperados.

Fonte: R7

Data: 03.01.2011 -

Allianz na Formula 1

Entrevista de Ariane Landim, executiva de marketing da Allianz no Brasi, à  Revista Voce S/A

A Fórmula 1 e o seguro

O circo já está todo pronto para o Grande Prêmio de Fórmula 1 no Brasil. Dia 6 temos treinos e dia 7 a grande corrida. Tantas emoções. A prova poderá definir o campeão mundial de Fórmula 1 de 2010. E tantos riscos. São 150 mil pessoas entre sexta-feira e domingo. Pilotos a uma velocidade próxima a 300 quilômetros por hora. Mais de 850 toneladas de equipamentos 3 mil toneladas de arquibancadas. E tudo tem de estar desmontado logo após o fim da corrida para seguir para os Emirados Árabes, onde acontecerá a próxima disputa.

Por isso, o principal evento automobilístico é um ambiente propício para as seguradoras aprenderem e ensinarem sobre gerenciamento de risco para que tudo dê certo nesse grande show. A alemã Allianz tem o seu nome estampado em várias partes do circuito. “Desde 2000 patrocinamos a F-1, quando começou a parceria com a  AT&T Williams F1 e em 2007, a Allianz  tornou-se parceira mundial oficial da Fórmula 1, com maior foco em segurança”, diz Ariane Landim, executiva de marketing do grupo no Brasil. Veja abaixo os principais trechos da entrevista concedida ao blog SEGURO SA.

Blog Seguro S/A: Qual a relação entre seguro e Fórmula-1?
Ariana Landim: A Fórmula 1 é a categoria máxima do automobilismo mundial. É uma categoria de alta performance e ao mesmo tempo, muito segura. Os carros chegam a mais de 300 km por hora e mesmo assim a taxa de acidentes é baixa e quando eles acontecem, os pilotos quase sempre não sofrem ferimento graves. A F1 é uma grande pista de teste para equipamentos de segurança que depois são adotados pela indústria automobilística em geral. Ou seja, tem tudo a ver com o seguro, pois o conhecimento gerado nas pistas é de alguma forma incorporado nas ruas, e ajuda a prevenir e minimizar sinistros, ou acidentes. Vejamos o exemplo dos cintos de segurança, o uso de áreas de escape nos traçados, etc.

S. S/A: Por que a Allianz apoia a Fórmula-1?
A.L.: Acreditamos que esse esporte seja uma das maneiras mais efetivas de atrair atenção para o assunto da segurança nas estradas e no trânsito, e contribuir para modificar o comportamento dos motoristas em escala global. A F1 acontece em 20 países e tem uma audiência global. Ou seja, é uma grande vitrine pra esse tema. Afinal, temos 50 milhões de motoristas segurados em todo o mundo e consideramos a Fórmula 1 a plataforma ideal para comunicarmos a importância da segurança automotiva.

S. S/A: Mas a proposta vai além do marketing, acredito.
A.L.: Sim. Para se ter uma idéia, nas estradas brasileiras, a cada 25 acidentes uma pessoa morre, segundo dados da Polícia Rodoviária Federal. – Mas esse não é um problema do país. Por dia, mais de 3 mil pessoas morrem no mundo em acidentes automotivos e, para especialistas no assunto, as estatísticas tendem a se agravar se não houver uma conscientização do quanto é necessário priorizar a segurança nas estradas e nas vias públicas. Como somos do mercado segurador, convivemos diariamente com os índices de acidentes automobilísticos. Por este motivo, não é possível adotar uma postura passiva e a maneira como a F1 gerencia o risco traduz perfeitamente a proposta da Allianz.

S.S/A: Há quanto tempo a Allianz se dedica a prevenir riscos?
A.L.: A Allianz faz pesquisa de prevenção de riscos há mais de 70 anos, no seu Centro de Tecnologia Allianz. Ao criar a Divisão Automotiva do Centro em 1971, o Grupo Allianz passou a ter um foco ainda maior na parte de acidentes automotivos. Essas pesquisas e testes visam a auxiliar a indústria automobilística a detectar possíveis falhas a fim de aprimorar os itens de segurança dos veículos.

S. S/A: Mas este centro está ligado a F-1?
A.L.: Há compartilhamento de informações entre a F1 e o nosso Centro de Tecnologia. As pesquisas desse Centro são compartilhadas também com as subsidiárias como o Brasil e nosso próximo passo será intensificar essa relação a fim de contribuir de forma mais efetiva com a segurança dos mais de 750 mil segurados Allianz Auto em todo o território nacional e com a sociedade brasileira em geral.

S. S/A: O que temos de novo em 2010?
A.L.: Em 2010, mais uma ação de visibilidade voltada para o tema da segurança foi implementada. A partir do GP de Cingapura, O safety car e os veículos de socorro médico passam a ter a marca da Allianz, reforçando ainda mais a nossa relação com a prevenção de riscos.

S. S/A: Que tipo de seguros são contratados?
A.L.: Uma das coberturas mais comuns na área de grandes eventos é a de Responsabilidade Civil (RC) que, em geral, cobre danos materiais e corporais. No caso da Fórmula 1 há os seguros diretos: as coberturas incluem o “no show”, essa apólice cobre os custos, despesas e a perda de lucro caso um evento seja cancelado ou adiado por conta de uma ocorrência que fuja do controle dos organizadores. Além de danos causados aos equipamentos da corrida, responsabilidade civil,  danos a terceiros e acidentes pessoais.

S. S/A: Quem contrata os seguros?
A.L.: Os seguros são contratados pelos agentes organizadores e participantes dos eventos: organizações esportivas globais (como a Federação Internacional de Automobilismo), comitês organizadores locais, emissoras de TV, patrocinadores, contratantes de merchadising, companhias de viagens, hotéis, entre outros. Também estão disponíveis os seguros indiretos: além das coberturas de cancelamento e responsabilidade civil, são contratadas várias outras apólices, como de responsabilidade civil de administradores (D&O), patrimonial, seguro de equipamentos e de transportes.

S. S/A: Se um piloto morrer tem seguro?
A.L.: Sim, há o seguro de vida do piloto.

S. S/A: E se um pneu da Ferrari voar na arquibancada e machucar alguém?
A.L.: É acionado o seguro de responsabilidade civil contratado pelo próprio evento.