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Seguro de Vida A base do Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar

Quando falamos sobre a importância do Seguro Vida muitos de nós não queremos nem pensar no assunto por se tratar de um tema desconfortável, ou por achar que alguma coisa nunca irá nos acontecer. No entanto, duas certezas podemos ter em nossa vida: a primeira é de que pagaremos impostos e a segunda de que um dia partiremos desse mundo, correto?

Bem, se ainda isso não é suficiente para fazê-lo pensar a respeito vamos elencar alguns dos benefícios sobre a importância do Seguro de Vida no Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar:

  • A primeira delas e que muitos não sabem: o Seguro de Vida é a base do Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar e, como não construímos uma residência pelo telhado, precisamos de uma estrutura para que a mesma possa ser erguida. Uma forma de termos uma vida financeira sólida começa na escolha de um adequado seguro para a proteção de nossa família;
  • O Seguro de Vida é fundamental, pois até você acumular os recursos que necessita para a sua aposentadoria é necessário que tenha algo que lhe garanta o hoje caso algo lhe aconteça;
  • Mitos descabidos como: deixar dinheiro para o “Ricardão” ou frases como: “eles que se resolvam após minha partida”; estão longe de serem atitudes responsáveis de pessoas que, as vezes, esquecem de que outras nem pediram para vir para esse mundo, mas que estão aqui por alguma razão;
  • Muitas pessoas valorizam mais seus bens materiais investindo alguns milhares de reais para o seguro de seu automóvel e deixam de proteger o bem mais precioso que está dentro do carro que é a própria pessoa e sua família achando ainda um absurdo pagar algumas dezenas de reais em algo que elas dizem: “não será utilizado!”.

Reflita e questione-se: Caso lhe aconteça algo amanhã como seria a vida financeira das pessoas que tanto ama e que dependiam única e exclusivamente de sua fonte de renda? Será que as mesmas viveriam dependentes da ajuda de parentes e amigos ou de caridade? Será que teriam que voltar ao mercado de trabalho para poder manter suas necessidades financeiras básicas ou assumir um negócio próprio que mal conhecem?

O Seguro de Vida é lembrado somente quando a pessoa ou a família precisa do mesmo, mas como assim a pessoa? Sim, a pessoa pode usufruir do mesmo em vida, pois no caso de uma invalidez por acidente ou doença em que o indivíduo não falece, mas está incapacitado para desenvolver suas atividades profissionais que lhe proporcionavam renda ele também pode contar com esse serviço financeiro, além de outros benefícios adicionais como a Assistência Viagem que cobre, por exemplo: situações de assistência médica, odontológica e até farmacêutica no exterior em viagem ou remoções inter-hospitalares, hospedagem de acompanhantes em caso de acompanhamento do beneficiário, dentre outras vantagens oferecidas como complemento do seguro.

O que muitos não percebem é que além de ser uma forma de garantir o hoje, o seguro de vida é também uma poupança antecipada e que no futuro essa relação de dependência pelo mesmo pode ser substituída através de um bom plano de investimento que lhe garanta renda para atender suas necessidades financeiras e cujo seus compromissos financeiros já não são tão grandes como eram em sua fase ativa onde tinha cônjuge e filhos pequenos que necessitavam de alimentação, educação, saúde e vestuário somando-se a isso os financiamentos a serem pagos como os da residência ou do carro, ou seja, com os descendentes encaminhados e as contas mais pesadas quitadas a necessidade de recursos será somente para a manutenção do patrimônio adquirido ao longo de décadas de trabalho.

Portanto, essa historia de valorizarmos somente o patrimônio material e negligenciarmos nós mesmos; em dias em que se está cada vez mais difícil conseguir renda para suprir nossas necessidades… é coisa do passado! Se não cuidarmos de nós mesmos quem cuidará? Pergunte-se: “junto com meu Deus e minha família, quem é a pessoa mais importante desse mundo?” Se a resposta for: eu mesmo! Então vale a pena proteger esse bem tão precioso!

*Rogério Nakata é Planejador Financeiro Pessoal e Familiar, Analista Independente de Necessidades e Soluções Financeiras, Consultor Financeiro e Palestrante de Grandes Organizações.

*Rogério Nakata é Planejador Financeiro Pessoal e Familiar, Analista Independente de Necessidades e Soluções Financeiras, Consultor Financeiro e Palestrante de Grandes Organizações.


Seguro de vida gera indenização

O juiz da 3ª Vara Cível de Belo Horizonte, Raimundo Messias Júnior, julgou procedente a ação de cobrança feita pelos irmãos Maikon Ricceli de Paula Silva e Marlon Douglas de Paula Menezes contra a C&A Modas, a IBI Promotora de Eventos Ltda. e a Real Previdência e Seguros S/A. As empresas deverão pagar indenização referente ao seguro de vida contratado pela mãe dos autores da ação, falecida em 2006.
Maikon, que era beneficiário do seguro, informou através de documentação apresentada, o falecimento de sua mãe Márcia Regina de Paula e não recebeu os valores devidos, cerca de R$ 20 mil, no prazo de 30 dias, conforme estipulado pela própria IBI, empresa contratada. Então recorreu à Justiça, amparado pelo Código de Defesa do Consumidor.
A empresa IBI alegou ser totalmente distinta da seguradora, que seria a responsável pelo pagamento e que apenas comercializa o seguro de vida. Já a Real Previdência, atualmente denominada Tokio Marine Seguradora S/A, alegou que foi avisada do falecimento da segurada um ano e um dia após o óbito, sendo que, o prazo máximo seria de um ano. Esclareceu que os autores não haviam enviado a documentação necessária, que é imprescindível para a averiguação da causa da morte de Márcia, para constatar se o seguro de fato a cobria. A C&A não se manifestou.
Os autos do processo confirmaram que as três empresas são responsáveis pelo pagamento do seguro e o atestado de óbito provou que Márcia veio a falecer por causas naturais, e, portanto atendia aos requisitos para ser contemplada pelo serviço.
O juiz decidiu a ação em favor de Maikon Ricceli de Paula Silva e Marlon Douglas de Paula Menezes e condenou as empresas ao pagamento indenizatório no valor de R$ 21,5 mil, referente ao seguro de vida e despesas funerárias, com juros de mora de 1% ao mês. O valor será corrigido conforme tabela da Corregedoria-Geral de Justiça do TJMG, a partir da data de 16/04/2007. O prazo para o cumprimento da sentença é de 15 dias.

Fonte: TJMG

Relator rejeita projeto que cria seguro obrigatório nas estradas

Segundo o relator, não soa claro por que a morte causada por acidente rodoviário em via explorada sob pedágio deve ser compensada com pagamento de indenização, aos herdeiros, de valor duas vezes superior à da que se lhes paga hoje, via seguro Dpvat. “Confesso que me escapa o motivo pelo qual morrer em rodovia mais bem cuidada do que a maioria das rodovias existentes – exploradas diretamente pelo poder público – deveria dar origem à reparação mais elevada. Se o que está em jogo é a capacidade econômica de arcar com a contratação do seguro, há de se reconhecer que a dos governos, principalmente da União, é sempre muito maior do que a de qualquer empresa privada”, assinala o parlamentar.[2]

Ele acrescenta, no parecer, que, se a questão é proporcionar incentivos para que o administrador da rodovia reduza acidentes, pois estaria dessa maneira também reduzindo despesas com pagamento de indenizações, melhor seria que a regra sugerida valesse para as rodovias conservadas pelo poder público, de vez que, em geral, “estão em muito pior situação do que as rodovias delegadas à iniciativa privada”.

Fonte : Cqcs

Nova modalidade de seguro devolve o valor pago, se não utilizado

Contratar um seguro e ainda ganhar o dinheiro de volta em vida parece pegadinha, mas não é. O mercado de seguradoras começa a oferecer modelos que permitem que, se o segurado não utilizá-lo no período contratual poderá receber o valor investido ou resgatar o dinheiro pago com ou sem correção monetária. Essa nova modalidade também será usada quando forem regulamentados no País os microsseguros — modalidade que terá apólices com preços baixos para pessoas excluídas do sistema financeiro.

Atualmente, o sistema de resgate somente pode ser feito no seguro tradicional. O segurado define o valor da indenização a ser paga em caso de morte natural ou acidental. No plano Multiproteção Bradesco, por exemplo, o cliente pode ganhar ao fim do contrato caso não sofra sinistro. A “cobertura por sobrevivência” depende da renda familiar do titular.

Se o consumidor quiser a quantia de R$ 100 mil no período de cinco anos, a prestação será calculada levando em conta esses dados. Antes do final do prazo e após 24 meses de carência, é possível pedir o dinheiro pago de volta. Nesse caso, o valor aplicado será devolvido corrigido. Sem cumprir a carência, o resgate será calculado apenas com base na prestação e no período pago.

POLÊMICA NO SETOR

Segundo o diretor-executivo da Bradesco Vida e Previdência, Eugênio Velasques, a regulamentação do microsseguro vai disseminar esse mecanismo. “Hoje, temos 20 milhões de clientes que pagam menos de R$ 20 por mês de seguro. Isso é a prova concreta que a modalidade já se popularizou”, comemora Velasques.

No setor, obstáculos à oferta de seguros baratos já são enfrentados. Para Luiz Pomarole, vice-presidente de produto da Porto Seguro, cobrança e carga tributária são os maiores empecilhos. “Custa caro imprimir carnê e enviar e débito em conta não serve para quem não é cliente de banco”, aponta. Para Luiz, a solução é embutir a fatura em contas de concessionárias de serviços públicos, como a Light, e cartão de crédito.

O executivo explica que produtos simples podem custar menos, mas o governo precisa adequar a legislação para descomplicar regras e reduzir tributos. Nelsinho Pipoka, empreendedor que entrega pipoca pedida por telefone, elogia. “Com preço baixo, dá para fazer seguro até para meus funcionários. Nunca sabe do amanhã”, afirma.

Contratos a partir de 1 dólar

Seguros de 1 dólar mensal são oferecidos na Índia pela Bajaj Allianz. Quem comandou esse processo foi o indiano Kamesh Goyal, que participou de um fórum internacional de Seguros, promovido pela Allianz Seguros em São Paulo. “São justamente as pessoas com menos recursos que estão mais expostas ao risco, portanto, as que mais precisam de seguro”, enfatiza Goyal.

Na Índia, cerca de 70% da população não tem acesso a nenhum produto financeiro: “É uma imensa oportunidade de negócios, tanto na Índia quando em outros países emergentes”, prevê o executivo indiano.

Seguro de R$ 2,86 por mês garante cobertura de R$ 7 mil

Depois dos seguros de garantia estendida e bala perdida, o mercado trabalha com cobertura para sequestro relâmpago. Por apenas R$ 2,86 mensais, é possível se proteger contra possíveis crimes ao utilizar o caixa eletrônico, por exemplo. A modalidade, do Bradesco Vida e Previdência, conta com cobertura de até R$ 7 mil. Nas contas de luz, aluguel, condomínio e cartão de crédito, também se pode pagar o seguro opcional — residencial ou de vida, por menos de R$ 10 por mês.

Para criar os seguros que cabem no bolso, as operadoras oferecem cada cobertura separadamente como um cardápio. O mercado tem feito pesquisa para identificar as principais preocupações desse público.

“A morte aparece em primeiro lugar. Em seguida, eles se preocupam em ficar sem eletricidade. Na década de 90, 40% das pessoas achavam que não precisavam de seguro. Hoje, o percentual caiu para 5%”, conta Eugênio Velasques, diretor-executivo do Bradesco Vida e Previdência, que tem o Primeira Proteção, por R$ 3,50 mensais e cobertura de R$ 20 mil. Já na Porto Seguro, há produtos a partir de R$ 4 mensais e a indenização chega a R$ 12 mil, com vários benefícios.

“O seguro traz tranquilidade para não deixar a família desamparada. Mesmo que seja um salário mínimo de renda, se faltar desestrutura. Socialmente, é de extrema importância”, diz Roberto Santos, diretor da Azul Seguros e vice-presidente do Sindicato das Seguradoras do Rio. Na Sinaf, a apólice mais em conta sai a R$ 6 mensais, incluindo assistência funeral.

No Rio, a Light oferece seguro residencial por R$ 5,30 mensal e cobre até R$ 20 mil de prejuízos. A Sul América, por exemplo, cobra R$ 3,30 mensais por seu seguro residencial ou R$ 40 por ano.

Fonte: O DIA