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Susep quer regulamentar seguro para baixa renda até o final do ano

Embora o microsseguro ainda não exista de fato do ponto de vista legal, a intenção da Superintendência de Seguros Privados (Susep) é regulamentar o projeto até o final deste ano.

A informação foi dada por Alexandre Penner, diretor do órgão, vinculado ao Ministério da Fazenda, responsável pelo controle e fiscalização do mercado de seguros nacional. O microsseguro é uma modalidade de seguro que tem como público-alvo os consumidores de baixa renda, das classes C, D e E. Penner lembrou que algumas iniciativas já vêm sendo criadas com esse objetivo pelas empresas privadas do setor.

“Existe alguma coisa em termos de regulamentação que a Susep pode estar avançando, independente da lei. A gente tem discutido muito isso internamente”, disse Penner. Como o projeto foi bem absorvido pela iniciativa privada, já há a convicção de que esse é um nicho interessante a ser explorado, além do próprio conceito social que o projeto embute, acrescentou ele.

“Mesmo que não esteja na plenitude dele [microsseguro], pelo menos algumas coisas já podem ser trabalhadas. A gente tem discutido a ideia de já criar essa regulamentação. Não seria um ramo específico, como se projetou na lei. Seria como se fosse um produto novo, com alguns padrões”, adiantou.

Penner esclareceu que se forem estabelecidos muito pré-requisitos, “você acaba inibindo a operação do produto”. A Susep tem acompanhado os projetos privados para ver como é feita a aproximação com as pessoas nas comunidades e como é o trabalho de divulgação das campanhas junto à população. A uso de peças de teatro e filmes com essa finalidade, feitos inclusive com personagens da própria comunidade, é um ponto positivo para o microsseguro, avaliou ele.

Penner acredita que o microsseguro é um nicho que deverá ser expandido daqui para frente. “Porque é um nicho rentável, é nobre, está propagando a cultura do seguro”.

O setor aguarda uma definição do Congresso Nacional sobre o Projeto de Lei 3266/08, referente ao microsseguro. A expectativa é que esse produto venha a atender cerca de 40 milhões de pessoas em todo o país.

Fonte: Agência Brasil

Seguro de vida é o que mais cresce entre as apólices pessoais

O seguro mais popular no Brasil é para a cobertura de bens: o de automóvel. A apólice de vida individual ainda tem pouco alcance. Com o crescimento da economia e da renda da população, no entanto, a modalidade tem sido a que mais cresce entre as apólices voltadas a pessoas. Em maio, arrecadou R$ 82,4 milhões em prêmios, 38% a mais do que no mesmo mês do ano passado, de acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep). O seguro de vida coletivo é o que tem a maior parcela, com R$ 638 milhões em prêmios no mesmo período.

“O Brasil tem um espaço enorme para crescer em seguro de vida, quando comparado a economias desenvolvidas”, diz Renato Russo, vice-presidente da Federação Nacional de Vida e Previdência (Fenaprevi). Segundo o executivo, a tendência é a criação de apólices de vida que tenham um componente de acumulação.

A Prudential é especialista nesse tipo de seguro. Uma parte do valor pago pela apólice é destinada à cobertura dos riscos de morte ou invalidez, enquanto uma parte volta para o segurado na terceira idade, como se fosse um plano de previdência. “Com a economia e a moeda estáveis, temos crescido 27% em faturamento nos últimos anos”, diz Fabio Lins, presidente eleito da Prudential do Brasil.

Distribuição

No exterior, a maior parte das vendas de seguro de vida individual é feita por meio do corretor, enquanto no Brasil é o balcão do banco que detémamaior parcela. A contratação dessa apólice envolve consultoria, pois é preciso analisar qual é a necessidade de capital que os beneficiários do seguro teriam num eventual sinistro.

E é exatamente nessa venda consultiva que as seguradoras que atuam somente com corretores apostam para abocanhar uma parcela de apólices fechadas no balcão dos bancos. Bradesco, Itaú, Banco do Brasil e Santander são, nessa ordem, os líderes em seguros de vida e acidentes pessoais, segundo levantamento da Fenaprevi com dados da Susep.

Os corretores credenciados pela Prudential, por exemplo, recebem treinamento para se tornarem “life planners”. “Eles veem quantos filhos o segurado tem, qual é a fase da vida em que eles se encontram, pois ter filhos em idade escolar, que ainda vão depender muito tempo do segurado, é diferente de ter um filho saindo da faculdade, em termos de necessidade de capital num possível caso de morte”, explica o executivo da Prudential.

Outra estratégia é a venda cruzada de seguros. A Liberty tem uma carteira de veículos com de mais de um milhão de segurados. “Nossos corretores podem oferecer vida para as carteiras de auto e residência”, diz PauloUmeki, diretor técnico da Liberty Seguros.

Outra tendência é a oferta de coberturas adicionais para serem usadas ainda em vida pelo segurado, como doenças graves, oferecida pela Prudential. A apólice da Allianz tem cobertura facultativa para câncer de mama, útero e ovário para mulheres e próstata para homens.

No caso do segurado ser diagnosticado com uma dessas doenças, recebe parte da indenização em vida para se tratar.[2]

“É um diferencial que contribui para a qualidade de vida do segurado”, diz Olívio Luccas Filho, diretor executivo de Vida, Atuária e Precificação da Allianz Seguros.

Fonte: Brasil Economico

Seguradoras começam a venda de produtos para moradores do Dona Marta

Coberturas de vida, acidentes pessoais, assistência funeral, residencial, desemprego, despesas médicas, além de planos de capitalização. Eis a relação de garantias que estão disponíveis aos moradores do Morro  Santa Marta, desde o começo da semana, atingindo a principal etapa do Projeto “Estou Seguro”, a de comercialização de seguros.

O funcionamento do posto de venda e de informação de seguros no Morro Santa Marta exibe produtos de 16 seguradoras, interessadas em avaliar o potencial do microsseguro, por intermédio do projeto-piloto, implantado pelo IETS (Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade) na sequência de acordo firmado entre a CNSeg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), idealizadora do projeto, e a Organização Internacional do Trabalho (OIT).

A venda de seguros é voltada para os públicos C e D, visa a reduzir as vulnerabilidades a que estão submetidos em virtude de infortúnios e tem o potencial de beneficiar cerca de 70% dos moradores da comunidade. Participam do projeto as seguradoras ACE, American Life, BB Seguros, Bradesco Auto/RE, Bradesco Vida e Previdência, Caixa Seguros, Capemisa, Excelsior, Icatu Seguros, Itaú Seguros, Mapfre, Mongeral-Aegon, Sinaf, SulAmérica Capitalização, SulAmérica Seguros e Zurich.

Cinco moradores da comunidade estão sendo capacitados para obter a habilitação de Corretor de Vida e Capitalização. A venda está sob a responsabilidade do corretor de seguros Emílio Rodrigues Gomes. Neste instante, o projeto “Estou Seguro” desenha o perfil da população daquela comunidade, avaliando sua capacidade de consumo, renda e faixa etária. Simultaneamente, promove ações para disseminar os conceitos do seguro, recorrendo a peças publicitárias, tais como teatro de rua, novela de rádio, filmes de curta-metragem e banners. O projeto realizado no Santa Marta conta com o apoio institucional da Escola Nacional de Seguros, da Fenacor e da própria CNSeg.

Fonte: Viver Seguro
Data: 08.07.2010 -

Inovação é a chave para identificar novos canais de distribuição para seguros massificados

PRESS RELEASE

Na década de 80, os seguros no Brasil estavam restritos a praticamente duas categorias, seguros de automóvel e de vida, que eram considerados “artigos de luxo”e apenas as classes com maior poder aquisitivo tinham acesso aos seus benefícios. Naquela época, a distribuição era feita por canais tradicionais como corretores e instituições financeiras. Com a estabilização da economia e a expansão do crédito na década de 90, essa realidade começou a mudar expandindo o mercado securitário a outras categorias até então não exploradas. Este cenário evoluiu com a ascensão da classe média que passou a conquistar bens com custos mais elevados, passando, portanto a se preocupar com a proteção de suas aquisições.

De olho nas novas tendências de um mercado aquecido economicamente, a Aon Affintity Latin America desenvolveu um modelo inovador de oferta de seguros, serviços de assistência e capitalização por meio dos chamados canais massificados de distribuição, permitindo que a população brasileira das classes C, D e E pudessem ter acesso a produtos, que anteriormente eram considerados inatingíveis. Em, 1999, a companhia lançou o primeiro programa de seguros massificados no Brasil em parceria com uma empresa de distribuição de energia, passando a oferecer produtos e serviços a preços acessíveis.

Este modelo não apenas evoluiu, como mudou o conceito de se vender seguros. A idéia foi replicada nos países vizinhos, inclusive, outras companhias implementaram a estratégia. O seguro massificado se tornou um excelente aliado para ajudar os brasileiros a driblar a crise e a garantir acesso a produtos e serviços até então distantes de sua realidade. Segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), a estimativa de expansão do mercado para este ano é de 20% e o setor deve movimentar cerca de R$ 4 bilhões em prêmios. Este número ainda está longe de ser o ideal, uma vez que o mercado geral movimenta quase R$ 60 bilhões.

Para alcançar cada vez mais consumidores, o modelo prevê diversos canais de distribuição massificada de seguros e outros produtos via parcerias estratégicas com companhias de diferentes setores. Entre eles estão as empresas de utilities (como, companhias de energia e telefonia), o varejo, as financeiras, os bancos de montadoras, entre outros. Para o consumidor, é a oportunidade de acesso a serviços securitários; para as empresas, a possibilidade de oferta de valor agregado ao seu cliente. Como isso ocorre na prática? Hoje, por exemplo, um fornecedor de cigarros de um bar pode ir além da venda desse produto e ofertar também um seguro patrimonial para o estabelecimento, levando mais tranqüilidade e valor agregado ao dono do estabelecimento. Ou, ainda, uma distribuidora de energia elétrica tem a opção de oferecer a seus clientes proteção financeira, coberturas em caso de desemprego, de morte ou invalidez, proteção residencial, assistência médica e odontológica, garantia estendida, entre outros serviços, e pode ainda utilizar a opção de cobrança na própria fatura da conta de luz. Em ambos os casos, a empresa acrescenta novas fontes de receita a seu portfólio de produtos e o cliente recebe mais do que espera daquela relação de consumo.

A Aon Affinity Latin America é um case mundial na criação de consultoria para o mercado de massificados, provendo soluções inteligentes para que seus clientes corporativos otimizem sua base de dados, tanto para aumentar os ganhos como para trabalhar a oferta de serviços agregados com foco em diferentes interesses. Seguindo esta tendência, a Aon Affinity está identificando novos meios de pagamento para diferentes projetos e parceiros, atrelados a novas ferramentas tecnológicas, novas mídias online e/ou eletrônicas, como por exemplo, mensagens de texto via celular com opção de compra (SMS) e/ou bluetooth, opção de compra de seguros e serviços através de POS, dentre outros. Esse panorama muda mais uma vez a história do mercado de seguros, permitindo desta forma que pequenas e médias empresas também possam ofertar produtos securitários de forma inovadora e sem a necessidade de grandes investimentos.

Desta maneira, a Aon Affinity se consolida cada vez mais como provedora de soluções em negócios massificados que abrangem desde o desenho de estratégias inovadoras a ferramentas de gestão, oferta de capital humano especializado e aplicação de inteligência e expertise na consultoria de projetos.

Marusia Gomez, Diretora de Marketing da Aon Affinity Latin America

Fonte: Itweb