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Seguro para automóvel: a oficina é escolha sua

Tramita na Câmara dos Deputados Projeto de Lei nº 2607/2007, do deputado Pepe Vargas (PT/RS), que faculta ao segurado, nos contratos de automóveis, o mesmo direito já garantido pela Circular 269/2004 da Superintendência de Seguros Privados (Susep): o poder de escolher a oficina para o reparo de carro sinistrado. Ou seja,  mais um daqueles projetos que tentam proteger o consumidor daquilo que ele já está resguardado. Por que não gastar tempo e dinheiro em algo realmente produtivo?

Na verdade, a proposta inicial do Projeto de Lei até retroagia os avanços obtidos pela Circular nº 2607/2007 ao determinar que o valor do serviço não poderia ultrapassar o orçamento de oficina credenciada pela seguradora. Curiosamente, o projeto não sofreu qualquer alteração quando analisado pela Comissão de Defesa do Consumidor. O disposto, contudo, foi alterado pelo substitutivo relatado pelo deputado Aelton Freitas (PR-MG), na Comissão de Finanças e Tributação. De acordo com o novo texto, a escolha do prestador de serviço não estará condicionada ao valor. Agora, o PL será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça. Se for aprovado, seguirá para o Senado.

Um Projeto de Lei, realmente, útil seria um que protegesse os consumidores nos casos de pagamentos de coberturas por danos a terceiro — aqueles que não causou a colisão, ou seja, que teve o carro atingido por motorista possuidor de seguro. Embora a maioria dos contratos de seguro tenha a previsão de cobertura por responsabilidade civil (assistência a danos corporais e materiais a terceiros), as regulamentações da Susep não trazem qualquer norma que resguarde o terceiro e, consequentemente, garanta ao cliente a tranquilidade de que não terá de custear os danos materiais, por exemplo.

“O entendimento é de que a relação de consumo ocorre somente entre a seguradora e seu cliente. Portanto, os terceiros não podem usufruir dos direitos estabelecidos para os segurados, como por exemplo a livre escolha da oficina ou até mesmo a possibilidade de levar o carro a uma concessionária. No entanto, essa falta de normas mais rígidas para o cumprimento da cobertura por responsabilidade civil acaba por fragilizar o próprio segurado. Afinal, quando o terceiro não é atendido a contento, ele entra com uma ação contra o motorista que provocou o dano, ou seja, o consumidor que contratou seguro com cobertura para terceiros”, explica o diretor do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec), José Geraldo Tardin.

Fonte:

Reformulado, seguro de automóvel fica mais barato e acessível

Com a facilidade para se obter um financiamento, o número de automóveis explodiu no Brasil nos últimos anos. Atualmente, contam-se cerca de 33 milhões de carros no país. No entanto, somente um terço desses possui seguro.

Falta de planejamento e de dinheiro explicam tal número. Mas, observando o mercado em outros países, as seguradoras estão reformulando os produtos para alcançar quem não quis ou não teve condições de adquirir a proteção.

A principal mudança está no foco da cobertura. A maioria das apólices cobre o veículo do contratante e danos a terceiros.

Se o carro é usado e custou R$ 10 mil, pode não valer mesmo a pena gastar R$ 3,5 mil com o seguro –mais fácil é comprar outro no caso de uma batida séria.

O que os motoristas não avaliam quando fazem essa conta, no entanto, é a parte do dano a outras pessoas. O brasileiro prefere confiar que o proprietário do outro veículo usará o seu próprio seguro para reparar eventuais amassados. Se o acidente envolve atropelamento ou qualquer tipo de ferimento, a figura muda completamente. O causador do evento pode ser processado em dezenas de milhares de reais.

É justamente a proteção nessas situações o principal objetivo dos novos seguros de automóvel que estão sendo lançados.

O produto é desmembrado e seus dois componentes são vendidos separados. Desembolsando até R$ 500 (geralmente, parcelados) ao ano, o motorista pode comprar uma apólice que o resguarda na eventualidade de danos corporais, materiais e morais em um acidente com uma cobertura de até R$ 100 mil.

“Nos EUA, 100% da frota é segurada, mas 75% somente no que diz respeito à responsabilidade civil. Só 25% dos usuários contratam apólices para o carro todo”, conta Paulo Umeki, diretor técnico da Liberty Seguros, uma das primeiras a oferecer o novo produto no Brasil.

Quanto mais caro o veículo, mais faz sentido adquirir um seguro completo. “A experiência do motorista também conta, afinal, quando o cliente já possui um certo relacionamento com a seguradora, ela o conhece, então é possível negociar melhor as condições e valores da apólice”, diz Umeki.

Fonte: Denyse Godoy   quarta-feira, 30 de junho de 2010

Seguro de veículo caro é o mal contratado, ensinam especialistas

Não existe seguro dispendioso demais –o que acontece é que, na hora da aquisição, tanto a corretora quanto o motorista cometem uma série de erros que levam a uma elevação às vezes desnecessária do produto.

Antes de tudo, é essencial buscar uma seguradora e uma corretora idôneas e de competência reconhecida.

Para evitar gastos inúteis e obter o máximo do seguro que se está comprando, o cliente precisa ser absolutamente transparente no momento da entrevista para a contratação. Não adianta omitir as particularidades do uso do veículo a fim de gastar menos –como dizer que é somente o pai da família que usa o veículo se o filho jovem o utiliza sempre para ir à faculdade–, pois, no futuro, dependendo do julgamento da seguradora, a cobertura pode ser prejudicada em alguns incidentes.

O corretor também deve ser específico e cuidadoso ao recolher as informações.

“Freqüentemente, o cliente faz a cotação em 50 corretoras diferentes mas não presta atenção ao que o seguro oferece de fato, então acaba fazendo uma economia errada”, acrescenta Claudio Royo, sócio diretor da corretora Economize no Seguro.

É imensa a gama de mimos extras que as corretoras e seguradoras estão oferecendo aos clientes –por isso, o motorista precisa conhecer as opções disponíveis e exigir que a empresa da qual está adquirindo o seguro as inclua no pacote.

A Economize no Seguro, por exemplo, dá até assessoria jurídica no caso de uma colisão para que o cliente consiga recuperar a franquia negociando com o outro motorista. Outras empresas vendem à parte o seguro para a blindagem do carro, mais solicitado por quem tem modelos importados, e até alguns serviços para residência. Desconto no estacionamento, assistência 24 horas e guincho viraram itens de série –mesmo assim, o cliente deve ler todos os detalhes do contrato para ficar ciente das condições exatas e exceções.

Fonte: Denyse Godoy

Presidente da Tokio Marine, Akira Harashima, faz reunião com a Aconseg-RJ

Demonstrando otimismo quanto ao bom relacionamento e a performance das assessorias do Rio de Janeiro, que segundo dados da empresa, respondem por 55% da produção de Auto em nosso Estado, o presidente da Tokio Marine, Akira Harashima, saudou os presentes em português e agradeceu às assessorias, afirmando que elas se tornaram um canal de distribuição muito importante dos produtos da companhia:

“Estamos trabalhando com afinco para construir uma seguradora renovada em produtos e serviços para atingir o crescimento que desejamos. Estamos sempre dispostos a ouvir todos vocês, porque o apoio que nos prestam é de grande valia. Estamos simplificando os nossos processos, visando chegar ao erro zero. O nosso objetivo é oferecer às assessorias, corretores e clientes um atendimento de excelência, através de processos ágeis e simplificados. Este é o comprometimento de toda Companhia neste momento. Estaremos sempre dispostos a escutar a voz das assessorias”, afirmou.

Executivos do alto escalão da Tokio Marine estiveram presentes ao encontro, entre os quais destacamos: Valmir Rodrigues, diretor comercial; João Melo, diretor comercial RJ/Sul; Bruno Miranda Vaz, superintendente de estratégia de vendas; Sergio Brito, superintendente comercial RJ/ES; Paola Mercadante, gerente sucursal assessorias RJ.

Entre as novidades anunciadas está a campanha de incentivo moldada exclusivamente para as assessorias que começa em julho. “É uma forma de reforçar a ênfase que a Tokio Marine está dando às empresas filiadas à Aconseg-RJ”, afirmou Bruno Vaz, responsável pelo marketing.

O presidente da Aconseg-RJ, Renato Rocha, agradeceu a “honra de receber o presidente da Tokio Marine, uma das maiores seguradoras do mundo. Todos os diretores da Aconseg-RJ, bem como de suas assessorias afiliadas estão juntos nesta caminhada rumo ao sucesso da companhia e da nossa parceria e vamos comemorar, em breve, esta frente vitoriosa de trabalho”, finalizou agradecendo, o presidente Renato Rocha.

BOX: “Assessorias são as principais parceiras da Tokio Marine”, afirmou o presidente

“As assessorias representam 40% do volume de vendas de seguro de automóvel da Tokio Marine em todo Brasil. No caso do Rio de Janeiro, são 55% desta mesma produção. Por isso, elas são muito importantes para nós”, afirmou entusiasmado o presidente da Tokio Marine, Akira Harashima, em entrevista à Revista da Aconseg-RJ.

Ele não poupou elogios às assessorias da Aconseg-RJ: “Este relacionamento direto e estreito com as assessorias é muito importante para nós, porque elas são as principais parceiras da Tokio Marine. Para manter este canal conosco estamos melhorando a eficiência de nossos produtos e serviços. Por isso, estamos fazendo esta reunião, para escutar a voz das assessorias, entender a opinião delas e todos os pontos que elas têm para levantar”, afirmou.

A companhia está apostando todas as fichas no Brasil. “Eu acho que o país tem um grande potencial e onde a Tokio Marine mantem a terceira maior operação fora do Japão. O Brasil é um país emergente e muito importante para o nosso Grupo. E uma das principais estratégias da holding é expandir os negócios fora do Japão. Em 2009 vendemos as nossas ações que eram uma joint venture com o Grupo Santander. Recebemos R$ 670 milhões e o Grupo decidiu deixar todo esse dinheiro aqui no Brasil para expandir os seus negócios no país”, afirmou. Ele diz que esta decisão estratégica demonstra o grande comprometimento que o grupo Tokio Marine tem com o Brasil.

Em contrapartida, existe por parte da gigante japonesa, uma grande expectativa das operações realizadas no Brasil. “Para conseguirmos sucesso”, analisa o presidente, “nós precisamos ser a seguradora escolhida pelas assessorias como parceiros de confiança, principalmente em relação a qualidade da operação e dos nossos produtos e serviços”.

Dentro do nicho brasileiro de mercado o ramo que mais se destaca, segundo o presidente Akira Harashima, é o seguro Auto, que responde por 40% das operações da empresa em nosso país.

Ele afirmou ainda que vê oportunidades de negócios com microsseguros no Brasil e que a Tokio Marine já vem realizando na Índia operações neste segmento. Quanto às grandes obras de infra-estrutura que estão sendo realizadas no país, Akira Harashima disse que “a Tokio Marine tem expertise e habilidades nesta área e nos últimos dois anos tem expandido bastante nesse tipo de negócio”, o que os credencia a participar das oportunidades que irão surgir no Brasil. “A Tokio Marine tem a vantagem de atuar em vários segmentos, tais como, varejo, auto consumidor, afinidades, temos capacidade para atender a todos os mercados”, concluiu o presidente.

Fonte: VTN Comunicação