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Seguros de viagem ficam em alta nas férias

O crescimento do número de viagens de férias, turismo ou de negócios já se reflete no mercado de seguros. Nos quatro primeiros meses deste ano, a receita de prêmios apurada na carteira de seguros turísticos (ou de viagens) somou R$ 9,8 milhões, o que representou um aumento de 104,5% em relação ao primeiro quadrimestre de 2009. Segundo o diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Paulo dos Santos, esse desempenho é reflexo da recuperação do poder de compra da população e da maior consciência sobre a importância desse tipo de cobertura. Neste mês, a expectativa é de que a contratação do serviço cresça ainda mais. “Em julho, a comercialização do seguro viagem costuma aumentar em cerca de 10%”, estima o consultor da BarrosDeMoura & Associados e diretor da Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS), Carlos Antônio Barros de Moura.

Além do seguro turístico, há o residencial — outro tipo de cobertura que pode ser contratada para garantir tranquilidade durante as férias. No entanto, para ter certeza de que será amparado, reembolsado ou indenizado em caso de problemas, é preciso ficar atento às coberturas previstas na apólice e se elas estão de acordo com o seu perfil. “No seguro residencial, por exemplo, o valor pode dobrar caso exista a possibilidade de indenização por roubo e furtos de bens”, alerta Antônio Barros.

Em alguns contratos, a cobertura contra roubo abrange apenas o praticado com violência ou grave ameaça, e contra furto, só o qualificado — que deixa vestígios, como arrombamento e quebra de vidro etc —, e não o simples — quando o bem desaparece. Já para viagens internacionais, por exemplo, é importante o seguro turístico com reembolso para despesas médicas e hospitalares. No exterior, geralmente, os custos de serviços na área de saúde são muito caros e há países em que o sistema público só atende quem tem o cartão de benefícios do governo. A contratação do seguro viagem também é obrigatória para a entrada na maior parte dos países da União Europeia.

Em suas viagens internacionais, a servidora pública Fernanda Martins de Castro, 39 anos, sempre contrata o seguro viagem. “É uma segurança, principalmente nos casos de problemas de saúde, que no exterior são caríssimos. Na Austrália, eles exigem o pagamento de um seguro saúde do governo do país na hora da emissão do visto. Mas é um seguro muito básico, só para casos de atendimento de emergência. Então, quando eu fui para lá, eu contratei um outro adicional”, conta.

Regulamentação
Ela alerta que é preciso ficar atento às coberturas. “O seguro viagem para a Nova Zelândia — conhecida como capital mundial dos esportes radicais — não presta assistência para acidentes em decorrência da prática desses esportes. Caso o cliente queira, deverá pagar um adicional para os dias específicos em que pretende realizá-los”, ressalta Fernanda.

A comercialização dos dois seguros é regulamentada pela Susep. No caso do turístico, o serviço pode ser incluído no pacote de viagem ou adquirido por meio de um corretor ou de uma agência de turismo. Ele deve oferecer, no mínimo, as coberturas por morte acidental e/ou invalidez por acidente.

Após a entrega da documentação necessária para o reembolso das despesas, a seguradora terá prazo de 30 dias para pagar a indenização. Em caso de discordância, o caminho é a Justiça. “O segurado tem um ano para comunicar o sinistro à seguradora após a ocorrência do fato. Caso a empresa se negue a indenizá-lo, terá mais um ano para entrar na Justiça”, explica o presidente do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec), Geraldo Tardin. Ele alerta aos consumidores para não se contentarem com uma simples negativa da empresa. “As seguradoras costumam incluir várias cláusulas excludentes, que, quando analisadas, são consideradas abusivas”, garante.

Não obrigatórias
As coberturas podem oferecer outras assistências, desde que estejam relacionadas com viagem, como perda de bagagem, reembolso de despesas por atraso na localização de malas, atraso de voo, cancelamento de viagem, retorno antecipado por doença do segurado ou familiar, morte de familiar, entre outros. O seguro residencial, por sua vez, protege, basicamente, o imóvel e seu conteúdo, na hipótese da ocorrência de acidentes ou quaisquer outros riscos como incêndio, queda de raios, pane elétrica, vazamentos etc.

Dicas
Verifique a regularidade da situação do corretor e da seguradora. Isso pode ser feito na página da Susep na internet (www.susep.gov.br).

Identifique, com o corretor, quais as coberturas que melhor se adaptam aos riscos dos quais deseja se proteger e os valores de importância segurada que melhor reflitam o seu interesse.

Observe a relação dos “riscos excluídos” e dos “bens não compreendidos na apólice”, verificando se representam uma significativa restrição aos seus interesses. Em caso afirmativo, verifique com o corretor a possibilidade de inclusão de coberturas específicas (adicionais) que cubram o risco/objeto desejado.
Leia atentamente as condições contratuais da apólice, verificando se, de fato, as coberturas e valores apresentados correspondem ao que pretende.

A contratação de seguro viagem deve ser opcional. Alguns países, no entanto, podem exigi-lo dos estrangeiros que pretendem ingressar em seu território.

Não é necessário adquirir o seguro turístico em seu pacote de viagem. Você tem a opção de comprá-lo à parte em outra agência ou direto com seu corretor de confiança.

Pesquise e opte pelo plano de melhor custo-benefício, ou seja, aquele que ofereça maiores coberturas pelos menores preços.

Serviço
Susep — 0800 0218484

Companhias notificadas
O tão comemorado aumento na venda de seguros de viagem pode não ter sido motivado apenas pelo crescimento do mercado turístico ou de negócios. O presidente do Ibedec, Geraldo Tardin, acredita que o segmento pode ter sido impulsionado pela venda de seguros viagens pelas companhias aéreas. A prática é permitida, desde que as empresas informem ao consumidor que o serviço é opcional. Dessa forma, a orientação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) é de que, nas compras pela internet, a contratação do seguro realmente seja uma escolha do cliente, ou seja, não deve estar marcada automaticamente.

“No entanto, no início deste ano, verificou-se que as companhias induziam os consumidores mais distraídos a adquirirem o serviço pois a opção pela contratação do seguro estava marcada automaticamente nas vendas dos bilhetes pela internet”, lembra Gerado Tardin. Após receber denúncia do Ministério Público Federal, a Anac notificou a Gol, a Tam e a Azul e abriu processo administrativo contra as companhias, que ainda não foi concluído e pode resultar em multas. Na época, a Webjet não recebeu notificação e continua a ofertar automaticamente o serviço. O passageiro — se quiser ou estiver atento — é quem deve desmarcá-lo. Ao ter conhecimento da informação, a Anac garantiu que notificará a companhia. Já o Ibedec entrará com uma representação no Ministério Público do DF. Até o fechamento desta edição, a Webjet não enviou resposta ao Correio.

Fonte: Correio Brasiliense

Naiobe Quelem

Publicação: 28/06/2010 07:52

Seguradoras apostam em eventos esportivos

O ciclo de crescimento da economia brasileira tem sido o principal motor propulsor do mercado de seguros nacional, que faturou mais de R$ 100 bilhões em 2009 e já prevê expansão para os próximos dez anos. Um dos filões do setor deverá surgir durante investimentos em infraestrutura no Brasil, tendo em vista os grandes eventos esportivos que o País irá sediar. De acordo com Edson Toguchi, superintendente de seguros financeiros da Allianz Brasil, os recursos injetados em obras para a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016 devem girar em torno de R$ 300 bilhões.

Toguchi foi um dos palestrantes da quinta edição do Fórum Internacional de Seguros para Jornalistas, realizado em São Paulo. “O Brasil está no centro do interesse mundial e com chances de se tornar a quinta maior economia do planeta. O segmento segurador não apenas está na rota do desenvolvimento nacional como exerce papel fundamental para garantir esta conjuntura”, justificou o presidente da empresa, Max Thiermann, durante a abertura do evento.

Durante o fórum, foram apresentadas outras oportunidades que se abrem ao setor em todos os segmentos, especialmente em produtos individuais, saúde, pequenas e médias empresas e o seguro prestamista, vendido de forma atrelada ao crédito. Em 2009, os ramos que mais cresceram foram os de riscos financeiros (32%), rural (30%) e habitacional (26%), de acordo com dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Segundo a entidade, o mercado segurador brasileiro movimentou R$ 111 bilhões no ano passado, incluindo os segmentos de saúde, vida, previdência e capitalização, e deve alcançar a casa dos R$ 150 bilhões em faturamento nos próximos dois anos.

O superintendente de seguros financeiros da Allianz destacou que um meio de as seguradoras aproveitarem o “canteiro de obras que irá se erguer” é através da oferta de seguro-garantia. “Já estamos negociando este modelo para reformas de estádios, ampliação e construção de aeroportos e projetos de transporte”, adianta Toguchi. Destinado a atender a órgãos públicos e empresas privadas, principalmente da construção civil, o seguro-garantia tem como objetivo fazer com que se cumpram as obrigações de contratos, licitações ou concessões públicas. Em licitações, é usado para garantir que a empresa vencedora da concorrência assine o contrato de execução ou de fornecimento previsto no edital ou convite.

Além das empreitadas que os grandes eventos esportivos demandam, as obras direcionadas às energias renováveis, como a da usina hidrelétrica de Santo Antônio, em Rondônia, ou a de Belo Monte, no Pará, bem como às relacionadas ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC2) e da exploração da camada do pré-sal, também devem aquecer os negócios de seguro-garantia, conforme as previsões dos executivos da Allianz. Estima-se que estes projetos gerem, para as seguradoras, uma receita de cerca de R$ 8 bilhões – o que faria o segmento de grandes riscos quase triplicar de tamanho.

Na avaliação de Tânia Amaral, superintendente da área de riscos financeiros da Munich Re do Brasil, e uma das palestrantes do evento, o segmento de seguro-garantia brasileiro ainda tem muito que crescer, pois representa apenas 0,03% do PIB, ficando abaixo da média da América Latina, que é de 0,05%. “Alguns setores da economia ainda não conhecem bem esse mecanismo”, diz Tânia, ensinando que a principal função deste modelo é pré-qualificar uma empresa para participar de um projeto. “Quando a empresa consegue o seguro para apresentar ao contratante já é um excelente sinal”, opina.

A representante da Munich Re ressalta, em contraponto, que um fator negativo para o setor no Brasil é a excessiva concentração de riscos em poucas empresas. “Hoje, todos os grandes projetos estão na mão de cinco construtoras, o que aumenta muito o risco”, adverte, ressaltando que, atualmente, das 20 maiores exposições da Munich Re no mundo, cerca de 50% são de empresas brasileiras.

Modelo indiano de microsseguro auxilia na inclusão social dos menos favorecidos

O mercado de seguros na Índia faturou US$ 50 bilhões em 2009. Destes, US$ 3 bilhões entraram como receita para a Bajaj Allianz Insurance Company, sendo que US$ 50 milhões dizem respeito a negócios de microsseguros. “Estimamos faturar US$ 100 milhões até o final de 2010”, prevê Kamesh Goyal, country manager da empresa estabelecida há dois anos na Índia.

O microsseguro é uma modalidade que oferece proteção contra riscos, com produtos e processos customizados com preços muito baixos, para pessoas que estão excluídas do sistema financeiro internacional. Os custos das apólices ficam em torno de US$ 1,00 a US$ 4,00 por mês.

Na Índia, estes serviços já beneficiaram mais de dois milhões de pessoas desde 2008, quando o ciclone Nisha devastou a costa Sul do país fazendo com que cerca de 50 mil pessoas perdessem tudo o que tinham. “Cerca de 14.500 famílias conseguiram recomeçar a vida, porque haviam contratado um seguro contra perdas por desastres naturais (pagando mensalidades de US$ 1,00 por mês) e ganharam indenizações para reconstruir o que foi arrasado pela catástrofe. Juntas, elas receberam US$ 800 mil da Bajaj Allianz, uma das pioneiras no mundo em operações de microsseguros. Em sua palestra no Fórum Internacional de Seguros, o executivo indiano opinou que este modelo de seguro tem grande possibilidade de funcionar no Brasil. “São justamente as pessoas com menos recursos que estão mais expostas ao risco, portanto, são as que mais precisam de seguros.” Para o presidente da Allianz, Max Thiermann, “a modalidade representa não apenas um negócio, mas uma oportunidade de inclusão social”. Segundo ele, no Brasil o mercado de microsseguros ainda não está regulamentado, mas as seguradoras brasileiras já estão voltando os olhos para este segmento.

Na opinião de Lauro Gonzalez, coordenador do Centro de Estudos em Microfinanças da Fundação Getulio Vargas (FGV) de São Paulo, fala-se muito sobre microcrédito no Brasil, mas é preciso lembrar que este modelo só é eficiente se for combinado com outros produtos. Ele citou como exemplo um microempreendedor que consegue crédito para comprar um bem, como carrinho de cachorro quente. “Se ele não tem nenhum tipo de cobertura de seguro, pode perder anos de investimento com uma simples enchente”.

Fonte: Jornal do Comércio
Notícia da edição impressa de 28/06/2010

Empresas ligadas à Europa exigem atenção redobrada de seguradoras

Com a crise europeia, empresas de seguros e resseguros redobram atenção na hora de fazer contratos com empresas ligadas aos países mais afetados, segundo executivos do setor. Como são garantidoras de riscos, essas empresas tendem a ser mais acionadas se governos e empresas não conseguem cumprir suas obrigações. Assim, em momentos como o atual, em que diversas economias europeias tem situações incertas, empresas como a Munich Re e a Allianz não pecam por falta de cautela. “De fato, existe uma preocupação muito grande”, afirma “Tânia Amaral, superintendente da área de Riscos Financeiros da resseguradora Munich Re do Brasil.

“Na Espanha, não fazemos mais seguro garantia. Aqui, analisamos caso a caso”, diz. A mesma preocupação foi manifestada por Edson Toguchi, superintendente de Produtos Financeiros e Responsabilidades da Allianz Seguros. Segundo ele, as incertezas em relação a diversas economias europeias são “um ponto de atenção no momento de subscrição do risco”.

Apesar de estarem mais atentos, os especialistas dizem que levam em conta em suas análises o fato de a economia brasileira estar bem. Segundo Toguchi, as filiais de empresas europeias instaladas no Brasil podem até contribuir para melhorar os resultados globais. “Aqui, não somente as indústrias de construção e de infraestrutura vão bem, mas também a automotiva está melhor”, completa.

Mercado de garantia deve dobrar em 2010

Os representantes da Munich Re e da Allianz participaram do Fórum Internacional de Seguros para Jornalistas, organizado pela Allianz e realizado nesta terça-feira, em São Paulo. Os focos das discussões foram os microsseguros, aqueles que possuem apólices baratas, e o seguros garantia, modalidade que dá suporte a empresas comprometidas com grandes projetos, como uma construtora de um estádio, por exemplo. Para este último, a previsão de Toguchi é de que o mercado dobre este ano em relação ao ano passado. Em 2009, foram emitidos R$ 696 milhões em prêmios de seguros garantia no Brasil. Este ano, a soma é de R$ 226,7 milhões até abril, segundo levantamento da Allianz. Projetos relacionados à Copa do Mundo, às Olimpíadas e ao pré-sal , entre outros, devem ter forte contribuição, segundo os especialistas presentes no fórum

Edson Toguchi, da Allianz, diz que empresas européias merecem um ponto a mais de atenção para a análise de riscos

“O mercado brasileiro de garantias tem crescido muito nos últimos anos. Acredito que se essa tendência continuar, devemos atingir a média da América Latina em cerca de dois anos”, diz Tânia, da Munich Re. Atualmente, o mercado latino de seguro garantia corresponde a 0,05% do Produto Interno Bruto (PIB) da região. No Brasil, a porcentagem atual é de 0,03%, abaixo de países como México (0,04%) e Argentina (0,05%). Altos investimentos em infraestrutura e a chegada de novos players no mercado – que devem explorar novos clientes – são citados por Tânia como fatores que devem contribuir para o crescimento.

Um dos grandes demandantes dos seguros garantia apontados durante o evento foi a Petrobras. Nesta semana, a estatal divulgou seu plano de investimentos, em que prevê US$ 212,3 bilhões no Brasil para os próximos cinco anos. Na opinião de Tânia e Toguchi, as companhias brasileiras atuantes têm capacidade para atender à demanda que está por vir e sustentar novas grandes obras de infraestrutura do Brasil. Ambos descartam aumentos de preços.

Tânia aponta também a possibilidade de crescimento não só em grandes projetos, como o da Petrobras, mas também em outros setores. “Hoje o mercado é muito concentrado em construção, mas acho que há oportunidades diferentes”, afirma.

Tânia Amaral, da Munich Re do Brasil, vê oportuniades para garantia não só em projetos de construção

Fonte: Olívia Alonso, iG São Paulo | 23/06/2010

Mande o seu filho para a escola com um seguro na mochila

Lembramos aos nossos leitores que o texto abaixo pode ser lido na  integra aqui ,a  matéria de  Tiago Figueiredo Silva   publicada em  27/06/2010  18:45 no site.

  Trata-se de um seguro comercilizado em Portugal, aqui no Brasil nossa realizade é bem difrente, temos alguns produtos que tem como publico alvo estudandes a exemplo do Educaprevi , da Sul America.

Vejamos a matéria :

Sem custo de apólice, o Escolaridade Garantida custa entre 3 euros e 222 euros.

O desejo de ter um filho numa escola que ocupe o topo do ‘ranking’ nacional ou colocá-lo na melhor universidade do país é, para muitos pais, um sonho difícil de concretizar. Além de um orçamento familiar apertado, as despesas com propinas e livros podem revelar-se um pesadelo. Contudo, para os pais que queiram ter “nota positiva” junto dos filhos e proteger a sua educação, a solução poderá estar no seguro Escolaridade Garantida.

Lançado pela MDS, o produto foi desenhado para suportar todas as despesas de educação, em caso de falecimento e invalidez dos encarregados de educação, podendo também cobrir casos de desemprego ou incapacidade temporária. Em termos de encargos, não existe qualquer custo de apólice. Já o valor do prémio anual varia em função do número de anos de escolaridade contratada e com o grau de ensino.

Deste modo, para a cobertura dos primeiros anos de escolaridade ou para a escolaridade completa (até ao 12º ano), o montante do prémio anual oscila entre os 3 euros e os 222 euros. Na prática, se pretende garantir que o seu filho de 5 anos termine a infantil na mesma escola terá de desembolsar 3 euros por ano. Mas se o seu rebento já está a caminho da Universidade ou se pretende regressar à vida académica para tirar ou acabar o seu curso, o custo varia entre os 50 euros e os 190 euros anuais.

Tal como o prémio, o montante do capital coberto depende das coberturas escolhidas e do ano de escolaridade, variando entre os 3 mil e os 90 mil euros. Como coberturas-base, o seguro inclui a morte e a invalidez absoluta e definitiva, sendo possível contratar as coberturas opcionais de invalidez para qualquer profissão e de desemprego involuntário ou incapacidade temporária. Além de abranger todos os ciclos de escolaridade, incluindo o universitário, quer sejam públicos ou privados, o seguro cobre qualquer pessoa até aos 65 anos, tendo como idade limite de adesão os 55 anos.

 

Apesar de ser apenas comercializado junto das escolas, a directora da MDS prevê “para muito breve o início da sua comercialização junto dos particulares”. Ana Mota revelou que “já foram estabelecidos vários contactos e confirma-se o interesse das instituições de ensino, mas não há ainda contratos activos”. Tendo em conta que as férias de Verão já começaram, Ana Mota espera que “as adesões se concretizem mais próximo da abertura do ano lectivo. Mas a aceitação tem sido muito positiva”.

Os pais que pretendam minimizar o impacto de uma possível fatalidade, e garantir a continuidade do ensino, já não têm desculpa para não fazer os ‘TPC’ e escolher a solução mais adequada para o futuro dos seus filhos.