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Seguro DPVAT: saiba como utilizá-lo

Vítimas de acidentes de trânsito têm direito a seguro
Flávio Antunes, de Aracaju

DPVAT, você deve estar se perguntando o que é isso, certo? Este é um seguro que lhe indeniza caso você tenha danos pessoais causados por veículos automotores transitáveis em terra, ou seja, o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de via terrestre (DPVAT) que indeniza vítimas de acidentes ocasionados por veículos que têm motor próprio e andam em terra e asfalto. Não encaixam neste perfil bicicletas, trens, barcos e aeronaves.

O seguro é de exclusividade onde os acidentes tenham caso de morte ou lesões graves e leves. Então pessoas que sofram danos materiais em colisão, roubo ou furto não serão beneficiadas com o DPVAT. Em caso de acidente as situações indenizadas são morte ou invalidez permanente e sob forma de reembolso, despesas comprovadas com atendimento médico/hospitalar.

Emsergipe.com

Você mesmo internauta pode dar entrada nos pedidos de indenização ou reembolso. Para isso basta procurar o Sincor mais próximo, munido dos seguintes documentos: placa do veículo, Boletim de ocorrência, atestado médico, notas fiscais dos gastos, além de RG, CPF, comprovante de resisdência e habilitação. Lembrar que o seguro é obrigatório, pois foi criado pela lei 6.194/74, em 1974.

Flávio Antunes / SN1

O procurador, Fausto Leite, alerta para que as pessoas tomem cuidado com terceiros que queiram se beneficiar com o seguro. “É bom que as pessoas fiquem atentas aos golpistas, pois eles se aproveitam da ingenuidade dos que têm direito ao DPVAT, mas desconhece do seu direito ao seguro, portanto é bom levar um advogado para orientar, mesmo não sendo obrigatório a presença do profissional”, explica.

Fonte : http://emsergipe.globo.com/noticias/?act=visualizar&id=120322&s=sergipe&c=Tr%C3%A2nsito&cidade=aracaju

História do turbo

O primeiro turbocompressor que usava como força motor os gases de escapamento foi desenvolvido na Suíça, entre 1909 e 1912 por Alfred J. Buchi, engenheiro-chefe do Grupo Sulzer. Em 1915 Alfred propôs o primeiro protótipo de um motor ciclo Diesel turboalimentado, mas não obteve apoio. No ramo aeronáutico a empresa americana “General Eletric” desenvolvia turbocompressores desde 1910. Na Primeira Guerra Mundial os turbocompressores foram usados ainda com alguma ressalva, mas durante a Segunda Guerra Mundial ocorreu o seu verdadeiro desenvolvimento. A Garret, marca mais conhecida de turbocompressores, foi fundada em 1936 por “Cliff” Garret. Entre o fim dos anos 40 e início dos anos 50 se incumbiu de projetar pequenas turbinas a gás, de potência de 20 a 90 CV. A empresa hoje faz parte da AlliedSignal Automotive, grupo americano que engloba também a Bendix, Fram e Autolite. Desde então o desenvolvimento de turbocompressores não parou. Hoje temos como fabricantes Schwitzer, IHI, Holset, KKK e a própria Garret, dentre outros. Seu uso é largamente difundido em carros de passeio e corrida, caminhões, ônibus, máquinas agrícolas, indústrias náuticas, de mineração, de construção, bélicas, de aviação e de geração de energia.

Preparação – TURBO

A preparação turbo consiste no uso de um turbocompressor ligado à saída dos gases de escapamento. Este compressor é dividido em duas partes. A parte quente, acionada pelos gases do escapamento resultantes da combustão, aciona a parte fria da turbina, que comprime a mistura ar combustível, fazendo com que esta preencha melhor os cilindros, gerando mais pressão sobre os mesmos e consequentemente maior potência. Aproveita-se assim a energia térmica e cinética que normalmente seria desperdiçada no escapamento. As vantagens da preparação turbo ficam por conta do aumento do torque disponível (na aspirada o torque diminui na maior parte dos casos) e do grande aumento de potência produzido pelo turbo. Mas vale ressaltar que a preparação turbo sõ é economicamente viável quando a pressão utilizada for maior que 0,4 kg/cm². Com pressões menores o aumento de potência não é tão satisfatório e a relação custo/benefício da preparação aspirada seria melhor. Outra vantagem do turbo é que torque e potência máximos são obtidos em regimes próximos aos do motor original, ao contrário da preparação aspirada. Nesta, o torque máximo é obtido em rotação mais elevada e a potência é, em muitos casos, obtida em regime acima do limite de giros do motor original (o comando de válvulas mais “bravo” permite que o motor trabalhe em rotações mais altas). O motor aspirado precisa girar mais para admitir maior quantidade de mistura em um determinado período de tempo, gerando mais potência. No turbo a sobre pressão faz este papel, por isso o motor não precisa atingir rotações mais elevadas. A preparação turbo é indicada principalmente em motores de baixa cilindrada, como os de 1.000 cm³, pois eleva o torque disponível em praticamente todos os regimes, desde que a turbina utilizada tenha sido corretamente escolhida para este fim. Turbinas muito grandes fazem com que seu funcionamento efetivo seja sentido em rotações mais altas, enquanto as menores entram em ação mais cedo: neste caso o motor se comporta como se tivesse maior cilindrada, sobretudo por causa do torque disponível em baixos giros. Turbina de pequenas dimensões e baixa inércia, providência importante para respostas rápidas em baixa rotação. O biturbo, claro, é uma máquina com dois turbos, presentes nos motores em V ou nos boxer – aqueles que os cilindros ficam deitados. A vantagem dos biturbo é que eles trazem dois turbos menores, mais leves que giram mais rápido. Resultado: comprimem o ar mais rapidamente e rendem mais.

DÚVIDAS SOBRE O TURBO:

1 – Para que serve o Intercooler ?

Para resfriar o ar comprimido antes que ele entre no cilindro, como o ar frio ocupa menos espaço, manda mais ar para dentro da turbina, melhorando a potência. A turbina deve ser escolhida de acordo com a potência desejada e de acordo com as especificações do motor ar ou água. O motor turbinado gera um aumento de potência por volta de 50%, podendo chegar perto de 100%. No caso desse tipo de adaptação, é uma turbina que faz a aspiração da mistura – ar/combustível – para o interior dos cilindros. A instalação não é bem simples como aspirar um motor, mas conserva as características originais dele. A turbina é colocada no coletor de escapamento, sendo esse o local mais adequado. Certamente, o turbo é uma ótima opção de quem está querendo aumentar a potência de seu carro. Não existem desvantagens para o motor com ele instalado, mas é necessário tomar alguns cuidados bem importantes para não prejudicar o seu motor. O turbo aumenta consideravelmente a temperatura do motor. Com isso é necessário uma melhor atenção na sua conservação. Fique atento a qualquer vazamento de fluídos de refrigeração, etc. O ar que será aspirado exige uma passagem por um bom filtro de ar. Fique atento também para a pressão do turbo. É aconselhável a utilização de 0,5 a 0,7 bar de pressão. Assim não se corre o risco de quebra de motor. Mas se você quer mesmo é competir, então coloque uma pressão bem mais alta, como acima de 1,7 bar. Com pressães acima disso, é preciso um trabalho bem maior para instalar o turbo. Possivelmente terá que abrir o motor, ou trocar combustível, uma coisa desse tipo. Sem contar que ele pode lhe custar muito caro e que é contra a lei, pois muda as características originais do carro. No caso de 0,5 bar, ainda está dentro da lei.

2 – Qual é a durabilidade de um motor turbinado ?

Se a estrutura do motor for respeitada e a pressão utilizada for compatível (entre 0,4 e 0,6 bar mantendo-se o combustível original) a vida útil não é alterada e o risco de quebra está afastado. É importante lembrar que o motor tem a mesma durabilidade de um motor naturalmente aspirado, que consiste em: uso, manutenção e combustível de boa qualidade. Existem relatos de veículos que rodaram mais de 100.000 km com turbo, e rodam até hoje. O maior responsável pela durabilidade de um motor turbo é o seu usuário.

3 – Todo carro pode receber um kit Turbo ?

Sim. Salvo raras excessões, qualquer veículo pode ser turbinado. Os kit’s contam com um coletor de escapamento tubular que é feito sob medida, respeitando todos os outros componentes do motor, como alternador, compressor de ar condicionado, entre outros. Não há restrições quanto a injeção eletrônica de combustível.

4 – Existe seguro para carros turbinados ?

Sim. Veículos com turbo adaptados podem estar cobertos sem restrições. Existem companhias que aceitam esse tipo de seguro. Um bom corretor de seguros pode resolver isso.

5 – É preciso abrir o motor ou trocar o combustível original para turbinar um carro ?

Este procedimento só é necessário, na grande maioria dos motores, quando a pressão do turbo excede a 0,5 bar.

6 – Qual é a pressão ideal para se utilizar no turbo, e qual é o ganho de potência ?

A pressão ideal e recomendada para a maioria dos motores é de 0,5 bar, que proporciona 50% a mais de potência.

7 – A instalação de Turbo é proibida por lei ?

A lei proíbe a instalação de equipamentos e acessórios que alterem as características técnicas do veículo, e o turbo, desde que utilize o combustível original e atenda às leis de emissões de poluentes e de segurança, pode ser legalizado junto ao DETRAN, para tanto é necessário as notas fiscais de Instalação e do kit turbo.

8 – O que é a reprogramação do chip de injeção ?

A reprogramação do chip de injeção propicia um ganho de potência entre 10 e 15%, além da melhora do torque em todos os regimes. A vantagem desse tipo de preparação é que todos os parâmetros da injeção eletrônica permanecem originais, e o serviço é perfeitamente reversível. Quando reprograma-se um chip de injeção leva-se em conta o uso do veículo, estado de conservação do motor, resultando em uma preparação diferenciada e exclusiva para o carro. O chip pode ser feito em conjunto com uma preparação turbo ou aspirada.

Fonte

http://musikas.sites.uol.com.br/turbo.htm

Cientistas anunciam teste com carro para cegos em 2011

Cegos receberiam informações sobre percurso por luvas e camiseta.

Pesquisadores dos Estados Unidos anunciaram nesta sexta-feira (2) que vão testar no ano que vem o protótipo de um carro com recursos que permitem que ele seja dirigido por cegos de forma independente e segura.

O carro, um Ford Escape, foi criado pela Federação Nacional dos Cegos dos Estados Unidos (NFB, na sigla em inglês) em parceria com a Universidade Virginia Tech.

A NFB afirma que desenvolveu uma série de recursos não visuais que ajudam o motorista cego. Entre eles estão luvas vibratórias, que alertam sobre curvas; sopros de ar comprimido no rosto do motorista, para sinalizar obstáculos que se aproximam; uma camiseta vibratória, para dar informações sobre velocidade; e um volante com sinais de áudio, para orientar a direção.

Os pesquisadores afirmam que ainda poderá demorar anos até que um modelo de carro seguro para motoristas cegos esteja nas ruas, mas o protótipo já será mostrado na pista de corrida de Daytona, no Estado americano da Flórida, em janeiro de 2011.

“Esta demonstração vai desafiar estereótipos e mitos que impedem nossa total integração na sociedade, mostrando ao público que os cegos têm as mesmas capacidades de outras pessoas”, disse o presidente da NFB, Marc Maurer, ao site de notícias sobre tecnologia TG Daily.

A equipe da NFB e da Universidade Virginia Tech já demonstrou um protótipo em 2009 de um buggy adaptado para cegos usado para andar em areia.

“O desafio não era o desenvolvimento de um veículo autônomo que pudesse levar uma pessoa cega para todos os lugares, mas a criação de interfaces não visuais que permitiriam a uma pessoa cega tomar decisões na direção”, disse o diretor do Laboratório de Robótica e Mecanismos da Virginia Tech, Dennis Hong, ao TG Daily.

Fonte : G1
02/07/2010 18h56 – Atualizado em 02/07/2010 19h21

U$ 4 trilhoes são o tamanho do mercado de seguro

US$ 4 trilhões. Este é o tamanho da indústria mundial de seguro, segundo a nova versão do estudo “O seguro no mundo em 2009?, divulgado hoje pela Swiss Re, consolidando dados de 159 mercados de seguro. De acordo com o relatório, o volume mundial dos prêmios de seguro caiu 1,1%, valor com ajuste da inflação. Os prêmios de vida recuaram 2%, enquanto os de não-vida ficaram estáveis.

O aumento dos prêmios nos mercados emergentes diminuiu, mas permaneceu positivo. Houve uma recuperação significativa da lucratividade e do capital no setor; porém, os níveis vigentes antes da crise ainda não foram atingidos. Segundo nota divulgada pelo grupo, em 2009, os prêmios de seguro cresceram mais rapidamente que o PIB na maioria dos países, o que evidencia a solidez do setor. Os mercados de crédito e de ações recuperaram-se, aumentando a lucratividade e o capital do setor securitário. Em 2010, espera-se que o crescimento geral dos prêmios torne-se positivo. É muito provável que a lucratividade e o capital continuem aumentando.

Os prêmios globais no ramo vida caíram 2%, aos US$ 2,3 trilhões em 2009. Os prêmios foram mais duramente atingidos nos EUA e no Reino Unido, pois a crise financeira teve forte impacto sobre a venda dos produtos unit-linked, sobretudo no primeiro semestre do ano.

Daniel Staib, um dos autores do novo estudo sigma afirma que, “apesar do leve declínio geral nos prêmios globais de vida, o segmento vida teve incremento na Itália, Alemanha e França com a retomada das vendas de apólices de vida tradicionais com garantias. Estes produtos foram considerados particularmente atrativos na comparação com produtos bancários devido às baixas taxas de juros e às incertezas que rondam os mercados financeiros.”

Nos mercados emergentes, os prêmios de vida subiram 3,4%. O aumento foi mais vigoroso na Ásia Meridional e Oriental, atingindo a marca dos 10%, liderado pela China e Índia. O crescimento dos prêmios de vida na América Latina e no Caribe também se mostrou firme, chegando a 7,8%. O mercado brasileiro de vida teve um desempenho excepcionalmente bom graças ao aumento da popularidade dos VGBL, um produto unit-linked com acumulação de recursos.

O negócio de seguro não-vida foi afetado apenas marginalmente pela recessão mundial. Em 2009, os prêmios de não-vida recuaram somente 0,1%, atingindo USD 1.735 bilhão, sobretudo devido à fraca demanda por coberturas e às taxas mais brandas. Segundo Staib: “Ao passo que os preços mais baixos no segmento não-vida prejudicaram a lucratividade em 2009, houve um incremento na comparação com 2008 devido à recuperação dos mercados de crédito e de ações.”

Os prêmios de não-vida caíram nos Estados Unidos, no Reino Unido e no Japão, mas aumentaram nos países emergentes. Os prêmios não-vida cresceram, por exemplo, 19% na China. “A estabilidade dos prêmios bem como a recuperação da lucratividade e do capital revelam bons resultados em vista do ambiente econômico difícil observado em 2009. O que nos preocupa, entretanto, é que os resultados técnicos subjacentes tenderam a enfraquecer”, explica Staib.

O estudo mostra que em oito dos principais mercados em qual trabalham as corretoras de seguros, que representam 70% do volume global de prêmios, os resultados da subscrição tornaram-se negativos em 2009, apesar das menores perdas decorrentes de catástrofes naturais e das menores perdas relacionadas ao negócio de garantias financeiras nos EUA. Com a contínua melhora da economia mundial, a expectativa é de aumento nos prêmios. “O crescimento geral dos prêmios se tornará positivo em 2010 e a lucratividade e o capital do setor deverão continuar aumentando”, observa Staib.

O negócio de vida será o mais beneficiado. “Se os mercados financeiros continuarem com sua recuperação, o negócio de unit-linked, que foi duramente afetado, também apresentará nítidas tendências de alta. No longo prazo, o seguro de vida se beneficiará com o envelhecimento da população, o que impulsionará as vendas de pensão, invalidez, doenças graves e cuidados de longa duração”, acrescenta Staib.

Também há expectativas de que o segmento não-vida volte a crescer nos países industrializados. “Em virtude das fortes pressões competitivas exercidas no setor securitário, dificilmente haverá melhora significativa na lucratividade. Este ano também já sofremos algumas catástrofes naturais custosas, o que afetará os resultados técnicos. Além da alta nas taxas de prêmios, o que é necessário para levar o segmento primário do seguro nãovida de volta a níveis de lucratividade adequados é a expectativa de aumento nas taxas de juros no médio prazo”, comenta Daniel Staib.

Fonte : William-Potts.com