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Cuidados na hora de fazer Seguro: a internet pode ser uma vilã

Na hora de contratar o seguro do automóvel, em muita das vezes, a grande preocupação do proprietário é conseguir o menor preço, pesquisando através da Internet ofertas de várias companhias e caprichando no preenchimento da declaração do próprio perfil. O seguro contratado através da Internet pode ser uma decepção e uma tremenda dor de cabeça na hora da indenização.
A orientação da Merini Corretora de Seguros é que estas pessoas não tem uma consultoria e assessoria por parte de um profissional corretor de seguros e podem pagar caro ou ter uma tremenda dor de cabeça quando tiver que acionar o seguro.
O diretor da Empresa, Hélio Merini, diz que muitos consumidores não entendem o significado do termo “franquia” APP, RCF (DM) e (DC), e nem a sua aplicabilidade quando da ocorrência de um possível sinistro e poucos se importam com os seus valores, por exemplo.
É preciso ser sincero ao dizer que o carro não será dirigido por filhos entre 18 e 24 anos e outras perguntas, só para conseguir um bom desconto. Caso aconteça um sinistro com o veículo segurado e o seu condutor estiver nesta faixa etária, a seguradora não irá cobrir o prejuízo.
O contrato de seguro correto não é o de valor mais barato, mas sim o que oferece a melhor relação entre a franquia, informações precisas no tal perfil e o custo final do seguro.

Fonte : http://www.adove.com.br/noticias/103/cuidados-na-hora-de-fazer-seguro-a-internet-pode-ser-uma-vila/?inicio=

Leia bem antes de assinar

Na hora de usar o seguro de automóvel, o que fazer quando são negadas algumas coberturas? Em muitos casos, o problema pode ser evitado no momento da contratação, ao responder o questionário pessoal. Por exemplo: se o segurado afirma que o veículo pernoita na garagem e fica fora do prédio. No caso de roubo, o consumidor terá que comprovar a localização do carro. Outro ponto importante é a definição do tipo de cobertura. Somente a modalidade responsabilidade civil facultativa de veículos (RCF-V) cobre danos materiais e pessoais causados a terceiros.

Outro detalhe: leia com atenção as cláusulas da apólice referentes aos riscos excluídos. Esse tipo de cuidado é oportuno na época de inverno, quando as ruas ficam alagadas e os veículos podem ser levados pelas enchentes. De acordo com a advogada da Pro Teste, Giselle Rodrigues, a cobertura básica (compreensiva), abrange os riscos de colisão, incêndio, roubo/furto e os riscos decorrentes de submersão total ou parcial do veículo causada por enchentes ou inundações. As condições para o ressarcimento dos danos estão nas condições gerais da apólice, no item que trata de riscos cobertos.

Muitos consumidores reclamam do prazo para o recebimento da indenização. A Superintendência de Seguros Privados (Susep), que regula o setor, prevê o prazo legal de 30 dias. Se não for cumprido, o segurado deve apresentar denúncia à Susep, que abre um processo administrativo para apurar as responsabilidades. De acordo com a assessoria de imprensa do órgão, se ficar comprovada a culpa da seguradora, serão aplicadas sanções. A assessoria não informou o valor das multas. Pelas estatístisticas da Susep, entre janeiro e abril foram registradas 1.888 queixas sobre seguros de autos.

Pelo sim e pelo não, a Pro Teste dá algumas dicas na hora de acionar o seguro: registre um boletim de ocorrência (BO) na polícia e solicite o serviço do guincho para retirar o carro do local. Nada de tomar a iniciativa de rebocar o veículo. Em seguida, comunique o evento à seguradora, e compareça nos prazos e horários agendados para perícia com a documentação completa.

Fonte: Diario de Pernambuco

Seguro DPVAT: saiba como utilizá-lo

Vítimas de acidentes de trânsito têm direito a seguro
Flávio Antunes, de Aracaju

DPVAT, você deve estar se perguntando o que é isso, certo? Este é um seguro que lhe indeniza caso você tenha danos pessoais causados por veículos automotores transitáveis em terra, ou seja, o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de via terrestre (DPVAT) que indeniza vítimas de acidentes ocasionados por veículos que têm motor próprio e andam em terra e asfalto. Não encaixam neste perfil bicicletas, trens, barcos e aeronaves.

O seguro é de exclusividade onde os acidentes tenham caso de morte ou lesões graves e leves. Então pessoas que sofram danos materiais em colisão, roubo ou furto não serão beneficiadas com o DPVAT. Em caso de acidente as situações indenizadas são morte ou invalidez permanente e sob forma de reembolso, despesas comprovadas com atendimento médico/hospitalar.

Emsergipe.com

Você mesmo internauta pode dar entrada nos pedidos de indenização ou reembolso. Para isso basta procurar o Sincor mais próximo, munido dos seguintes documentos: placa do veículo, Boletim de ocorrência, atestado médico, notas fiscais dos gastos, além de RG, CPF, comprovante de resisdência e habilitação. Lembrar que o seguro é obrigatório, pois foi criado pela lei 6.194/74, em 1974.

Flávio Antunes / SN1

O procurador, Fausto Leite, alerta para que as pessoas tomem cuidado com terceiros que queiram se beneficiar com o seguro. “É bom que as pessoas fiquem atentas aos golpistas, pois eles se aproveitam da ingenuidade dos que têm direito ao DPVAT, mas desconhece do seu direito ao seguro, portanto é bom levar um advogado para orientar, mesmo não sendo obrigatório a presença do profissional”, explica.

Fonte : http://emsergipe.globo.com/noticias/?act=visualizar&id=120322&s=sergipe&c=Tr%C3%A2nsito&cidade=aracaju

História do turbo

O primeiro turbocompressor que usava como força motor os gases de escapamento foi desenvolvido na Suíça, entre 1909 e 1912 por Alfred J. Buchi, engenheiro-chefe do Grupo Sulzer. Em 1915 Alfred propôs o primeiro protótipo de um motor ciclo Diesel turboalimentado, mas não obteve apoio. No ramo aeronáutico a empresa americana “General Eletric” desenvolvia turbocompressores desde 1910. Na Primeira Guerra Mundial os turbocompressores foram usados ainda com alguma ressalva, mas durante a Segunda Guerra Mundial ocorreu o seu verdadeiro desenvolvimento. A Garret, marca mais conhecida de turbocompressores, foi fundada em 1936 por “Cliff” Garret. Entre o fim dos anos 40 e início dos anos 50 se incumbiu de projetar pequenas turbinas a gás, de potência de 20 a 90 CV. A empresa hoje faz parte da AlliedSignal Automotive, grupo americano que engloba também a Bendix, Fram e Autolite. Desde então o desenvolvimento de turbocompressores não parou. Hoje temos como fabricantes Schwitzer, IHI, Holset, KKK e a própria Garret, dentre outros. Seu uso é largamente difundido em carros de passeio e corrida, caminhões, ônibus, máquinas agrícolas, indústrias náuticas, de mineração, de construção, bélicas, de aviação e de geração de energia.

Preparação – TURBO

A preparação turbo consiste no uso de um turbocompressor ligado à saída dos gases de escapamento. Este compressor é dividido em duas partes. A parte quente, acionada pelos gases do escapamento resultantes da combustão, aciona a parte fria da turbina, que comprime a mistura ar combustível, fazendo com que esta preencha melhor os cilindros, gerando mais pressão sobre os mesmos e consequentemente maior potência. Aproveita-se assim a energia térmica e cinética que normalmente seria desperdiçada no escapamento. As vantagens da preparação turbo ficam por conta do aumento do torque disponível (na aspirada o torque diminui na maior parte dos casos) e do grande aumento de potência produzido pelo turbo. Mas vale ressaltar que a preparação turbo sõ é economicamente viável quando a pressão utilizada for maior que 0,4 kg/cm². Com pressões menores o aumento de potência não é tão satisfatório e a relação custo/benefício da preparação aspirada seria melhor. Outra vantagem do turbo é que torque e potência máximos são obtidos em regimes próximos aos do motor original, ao contrário da preparação aspirada. Nesta, o torque máximo é obtido em rotação mais elevada e a potência é, em muitos casos, obtida em regime acima do limite de giros do motor original (o comando de válvulas mais “bravo” permite que o motor trabalhe em rotações mais altas). O motor aspirado precisa girar mais para admitir maior quantidade de mistura em um determinado período de tempo, gerando mais potência. No turbo a sobre pressão faz este papel, por isso o motor não precisa atingir rotações mais elevadas. A preparação turbo é indicada principalmente em motores de baixa cilindrada, como os de 1.000 cm³, pois eleva o torque disponível em praticamente todos os regimes, desde que a turbina utilizada tenha sido corretamente escolhida para este fim. Turbinas muito grandes fazem com que seu funcionamento efetivo seja sentido em rotações mais altas, enquanto as menores entram em ação mais cedo: neste caso o motor se comporta como se tivesse maior cilindrada, sobretudo por causa do torque disponível em baixos giros. Turbina de pequenas dimensões e baixa inércia, providência importante para respostas rápidas em baixa rotação. O biturbo, claro, é uma máquina com dois turbos, presentes nos motores em V ou nos boxer – aqueles que os cilindros ficam deitados. A vantagem dos biturbo é que eles trazem dois turbos menores, mais leves que giram mais rápido. Resultado: comprimem o ar mais rapidamente e rendem mais.

DÚVIDAS SOBRE O TURBO:

1 – Para que serve o Intercooler ?

Para resfriar o ar comprimido antes que ele entre no cilindro, como o ar frio ocupa menos espaço, manda mais ar para dentro da turbina, melhorando a potência. A turbina deve ser escolhida de acordo com a potência desejada e de acordo com as especificações do motor ar ou água. O motor turbinado gera um aumento de potência por volta de 50%, podendo chegar perto de 100%. No caso desse tipo de adaptação, é uma turbina que faz a aspiração da mistura – ar/combustível – para o interior dos cilindros. A instalação não é bem simples como aspirar um motor, mas conserva as características originais dele. A turbina é colocada no coletor de escapamento, sendo esse o local mais adequado. Certamente, o turbo é uma ótima opção de quem está querendo aumentar a potência de seu carro. Não existem desvantagens para o motor com ele instalado, mas é necessário tomar alguns cuidados bem importantes para não prejudicar o seu motor. O turbo aumenta consideravelmente a temperatura do motor. Com isso é necessário uma melhor atenção na sua conservação. Fique atento a qualquer vazamento de fluídos de refrigeração, etc. O ar que será aspirado exige uma passagem por um bom filtro de ar. Fique atento também para a pressão do turbo. É aconselhável a utilização de 0,5 a 0,7 bar de pressão. Assim não se corre o risco de quebra de motor. Mas se você quer mesmo é competir, então coloque uma pressão bem mais alta, como acima de 1,7 bar. Com pressães acima disso, é preciso um trabalho bem maior para instalar o turbo. Possivelmente terá que abrir o motor, ou trocar combustível, uma coisa desse tipo. Sem contar que ele pode lhe custar muito caro e que é contra a lei, pois muda as características originais do carro. No caso de 0,5 bar, ainda está dentro da lei.

2 – Qual é a durabilidade de um motor turbinado ?

Se a estrutura do motor for respeitada e a pressão utilizada for compatível (entre 0,4 e 0,6 bar mantendo-se o combustível original) a vida útil não é alterada e o risco de quebra está afastado. É importante lembrar que o motor tem a mesma durabilidade de um motor naturalmente aspirado, que consiste em: uso, manutenção e combustível de boa qualidade. Existem relatos de veículos que rodaram mais de 100.000 km com turbo, e rodam até hoje. O maior responsável pela durabilidade de um motor turbo é o seu usuário.

3 – Todo carro pode receber um kit Turbo ?

Sim. Salvo raras excessões, qualquer veículo pode ser turbinado. Os kit’s contam com um coletor de escapamento tubular que é feito sob medida, respeitando todos os outros componentes do motor, como alternador, compressor de ar condicionado, entre outros. Não há restrições quanto a injeção eletrônica de combustível.

4 – Existe seguro para carros turbinados ?

Sim. Veículos com turbo adaptados podem estar cobertos sem restrições. Existem companhias que aceitam esse tipo de seguro. Um bom corretor de seguros pode resolver isso.

5 – É preciso abrir o motor ou trocar o combustível original para turbinar um carro ?

Este procedimento só é necessário, na grande maioria dos motores, quando a pressão do turbo excede a 0,5 bar.

6 – Qual é a pressão ideal para se utilizar no turbo, e qual é o ganho de potência ?

A pressão ideal e recomendada para a maioria dos motores é de 0,5 bar, que proporciona 50% a mais de potência.

7 – A instalação de Turbo é proibida por lei ?

A lei proíbe a instalação de equipamentos e acessórios que alterem as características técnicas do veículo, e o turbo, desde que utilize o combustível original e atenda às leis de emissões de poluentes e de segurança, pode ser legalizado junto ao DETRAN, para tanto é necessário as notas fiscais de Instalação e do kit turbo.

8 – O que é a reprogramação do chip de injeção ?

A reprogramação do chip de injeção propicia um ganho de potência entre 10 e 15%, além da melhora do torque em todos os regimes. A vantagem desse tipo de preparação é que todos os parâmetros da injeção eletrônica permanecem originais, e o serviço é perfeitamente reversível. Quando reprograma-se um chip de injeção leva-se em conta o uso do veículo, estado de conservação do motor, resultando em uma preparação diferenciada e exclusiva para o carro. O chip pode ser feito em conjunto com uma preparação turbo ou aspirada.

Fonte

http://musikas.sites.uol.com.br/turbo.htm