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Global Alliance lança seguro automóvel mais barato

Lembrando aos nossos leitores, trata-se de uma noticia internacional.

O mercado doméstico conta, desde semana passada, com o seguro automóvel mais rápido, simples e barato. Trata-se do Alô Seguro, considerado o primeiro produto do género no país.

Diz-se que na hierarquia de necessidades do ser humano, um dos factores que está no topo, além do conforto, é a segurança. Todos queremos assegurar o nosso património, ou ainda, assegurarmo-nos a nós próprios. Para isso, os seguros são uma ajuda.

Há dias, numa cerimónia ocorrida na capital do país, Maputo, foi lançado o Alô Seguro, um serviço simples e rápido cujo registo do cliente consiste apenas numa chamada telefónica gratuita. Falando na ocasião, o director da empresa, Andrew Lewis, afirmou que ao nível do continente, depois da África do Sul, Moçambique é o segundo país a beneficiar deste tipo de serviço cujo destinatário é o cidadão comum e as suas necessidades específicas.

Sendo uma inovação que está a conquistar espaço no mercado internacional, o seguro automóvel via telefone que acaba de entrar no mercado nacional, com a marca Alô Seguro, difere do seguro destinado ao mercado comercial e corporate não apenas pela simplicidade com que é efectuado, mas sobretudo por ser mais barato e acessível a qualquer pessoa. Para o efeito, a Global Alliance criou um centro telefónico de apoio ao cliente onde serão registados os dados do utente e os pagamentos feitos através de um banco. A Global Alliance, que opera no mercado moçambicano desde 2002, conquistou 25 mil clientes e atingiu grandes empresas como a Coca Cola e a Mozal.

Segundo o director-geral, com o Alô Seguro pretende-se alcançar as pequenas e médias empresas, acreditando-se, dessa forma, que a iniciativa vai vingar, dado o crescimento do parque automóvel e a obrigatoriedade do uso de seguros nos automóveis. Desde um de Junho deste ano, todos os veículos são obrigados a usar um seguro automóvel contra terceiros.

Este garante indemnizações por danos pessoais ou materiais causados a terceiros, bem como às pessoas transportadas, com excepção do motorista. Quanto aos passageiros transportados gratuitamente e às pessoas transportadas de acordo com um contrato, nomeadamente táxi, transportes colectivos e semi-colectivos, os seus danos, quer corporais, quer materiais, são pagos pela empresa seguradora. Entretanto, quando não se possui um seguro o proprietário ou o motorista da viatura são responsáveis pelos prejuízos que esta possa causar. Em caso de acidente, podem envolver-se em graves riscos provocados pelas indemnizações que lhes poderão ser exigidas.

Nos outros países como Portugal e Brasil, a falta de seguro é punida nos termos da lei e pode implicar a apreensão do automóvel, pagamento de uma multa e, em caso de acidente, a responsabilização do motorista ou o dono do carro pelo pagamento de indemnizações aos lesados. Em Moçambique existem vários tipos de seguros automóveis, embora muita gente não faça o seu uso, mesmo com os frequentes acidentes de viação. O Alô Seguro é o primeiro e único do género até ao momento, e o seu acesso depende de uma simples chamada para o número 800734876, bem como através dos escritórios sede, situados na Rua de Imprensa n°183 na baixa da cidade de Maputo.

Escrito por : Félix Filipe Quinta, 01 Julho 2010 15:28

Cuidados na hora de fazer Seguro: a internet pode ser uma vilã

Na hora de contratar o seguro do automóvel, em muita das vezes, a grande preocupação do proprietário é conseguir o menor preço, pesquisando através da Internet ofertas de várias companhias e caprichando no preenchimento da declaração do próprio perfil. O seguro contratado através da Internet pode ser uma decepção e uma tremenda dor de cabeça na hora da indenização.
A orientação da Merini Corretora de Seguros é que estas pessoas não tem uma consultoria e assessoria por parte de um profissional corretor de seguros e podem pagar caro ou ter uma tremenda dor de cabeça quando tiver que acionar o seguro.
O diretor da Empresa, Hélio Merini, diz que muitos consumidores não entendem o significado do termo “franquia” APP, RCF (DM) e (DC), e nem a sua aplicabilidade quando da ocorrência de um possível sinistro e poucos se importam com os seus valores, por exemplo.
É preciso ser sincero ao dizer que o carro não será dirigido por filhos entre 18 e 24 anos e outras perguntas, só para conseguir um bom desconto. Caso aconteça um sinistro com o veículo segurado e o seu condutor estiver nesta faixa etária, a seguradora não irá cobrir o prejuízo.
O contrato de seguro correto não é o de valor mais barato, mas sim o que oferece a melhor relação entre a franquia, informações precisas no tal perfil e o custo final do seguro.

Fonte : http://www.adove.com.br/noticias/103/cuidados-na-hora-de-fazer-seguro-a-internet-pode-ser-uma-vila/?inicio=

Leia bem antes de assinar

Na hora de usar o seguro de automóvel, o que fazer quando são negadas algumas coberturas? Em muitos casos, o problema pode ser evitado no momento da contratação, ao responder o questionário pessoal. Por exemplo: se o segurado afirma que o veículo pernoita na garagem e fica fora do prédio. No caso de roubo, o consumidor terá que comprovar a localização do carro. Outro ponto importante é a definição do tipo de cobertura. Somente a modalidade responsabilidade civil facultativa de veículos (RCF-V) cobre danos materiais e pessoais causados a terceiros.

Outro detalhe: leia com atenção as cláusulas da apólice referentes aos riscos excluídos. Esse tipo de cuidado é oportuno na época de inverno, quando as ruas ficam alagadas e os veículos podem ser levados pelas enchentes. De acordo com a advogada da Pro Teste, Giselle Rodrigues, a cobertura básica (compreensiva), abrange os riscos de colisão, incêndio, roubo/furto e os riscos decorrentes de submersão total ou parcial do veículo causada por enchentes ou inundações. As condições para o ressarcimento dos danos estão nas condições gerais da apólice, no item que trata de riscos cobertos.

Muitos consumidores reclamam do prazo para o recebimento da indenização. A Superintendência de Seguros Privados (Susep), que regula o setor, prevê o prazo legal de 30 dias. Se não for cumprido, o segurado deve apresentar denúncia à Susep, que abre um processo administrativo para apurar as responsabilidades. De acordo com a assessoria de imprensa do órgão, se ficar comprovada a culpa da seguradora, serão aplicadas sanções. A assessoria não informou o valor das multas. Pelas estatístisticas da Susep, entre janeiro e abril foram registradas 1.888 queixas sobre seguros de autos.

Pelo sim e pelo não, a Pro Teste dá algumas dicas na hora de acionar o seguro: registre um boletim de ocorrência (BO) na polícia e solicite o serviço do guincho para retirar o carro do local. Nada de tomar a iniciativa de rebocar o veículo. Em seguida, comunique o evento à seguradora, e compareça nos prazos e horários agendados para perícia com a documentação completa.

Fonte: Diario de Pernambuco

Consumidor deve planejar a contratação do seguro antes de tirar o carro zero ou usado da concessionária

Antes de contratar um seguro de automóvel coloque o pé no freio. Com tantas ofertas e produtos novos à porta, o consumidor deve ser cauteloso para não comprar gato por lebre. O primeiro passo é fazer uma pesquisa de mercado considerando não só o melhor preço, mas as coberturas, o período de carência, as coberturas, os riscos e principalmente, as exclusões. Além disso, é importante conhecer o produto que está comprando para evitar surpresas desagradáveis quando precisar usar o seguro. Uma dica para se livrar das armadilhas das letrinhas miúdas: só assine o contrato com a compreensão dos termos da apólice. Em caso de dúvidas, procure a ajuda dos órgãos de defesa do consumidor para ter a segurança das coberturas nos casos de sinistros.

Com segurança não se brinca. O consumidor deve planejar a contratação do seguro antes de tirar o carro zero ou usado da concessionária. Diante dos elevados índices de violência nas cidades, sem contar com o trânsito louco do dia a dia, é melhor não correr riscos de dirigir descoberto. O produto em geral é caro, mas a recomendação dos especialistas é que não vale à pena economizar. “O consumidor não deve contratar o seguro apenas pelo preço. Outros critérios devem ser analisados, como a corretora, os tipos de seguro, a franquia e a abrangência”, orienta Giselle Rodrigues, advogada da Pro Teste Associação Brasileira de Defesa do Consumidor.

Segundo Giselle, a primeira coisa é definir o tipo de seguro que se adequa ao seu perfil. São dois tipos básicos: valor de mercado referenciado (VMR), que garante a indenização integral de acordo com a tabela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), e valor determinado (VD), que indeniza o segurado com o pagamento de uma quantia definida no ato da contratação. “O mais recomendado é o VMR porque se houver roubo ou perda total o seguro vai indenizar com o valor atualizado de mercado”, orienta.

A empresária Sing Siz contratou recentemente o primeiro seguro de automóvel. Consultou dois corretores e observou que havia divergências nas informações sobre o valor da apólice. “Questionei bastante para esclarecer minhas dúvidas e só contratei com segurança. Afinal é um bem caro que deve ter uma cobertura integral”. Sing optou pela modalidade VMR porque tem como prioridade a indenização correspondente ao valor atualizado do bem. “Eu comparei vários produtos. Sei que a franquia ficou alta, mas o imprescindível é ter a cobertura completa”.

Fonte: Diario de Pernambuco